domingo, 11 de dezembro de 2011

As semelhanças entre duas filhas do Latim

Comparação Português e Castelhano

Carlos Carrion Torres

Entre as línguas modernas mais faz faladas no mundo contemporâneo poucas apresentam tantas semelhanças, ambas são línguas inteligíveis, quanto o Espanhol (Castelhano) e o Português. As duas, que estão entre as cinco com mais falantes nativos, são Línguas ibero-ocidentais junto com as pequenas línguas regionais como o Galego, o Catalão, o Asturiano, o Aragonês, o Mirandês, o Leonês.

Esses idiomas, caso fossem um único, formariam a língua que seria hoje a segunda mais falada no mundo, a mais falada dentre as Indo-Européias, as do Hemisfério Ocidental, do Hemisfério Sul, das Américas, das que usam o Alfabeto Latino. Há inclusive uma interlíngua informal, denominada “Portunhol”, uma livre mistura das duas línguas praticada nas áreas de contato na Península Ibérica e na América do Sul.

A origem comum e a proximidade geográfica são as causas dessa enorme similaridade que permite que se possam listar algumas dessemelhanças, realçadas e tornadas significativas justamente como um contraponto das similaridades.

Semelhanças

Primeiramente, vejamos algumas significativas características comuns às duas línguas que as distinguem de outros idiomas, algumas delas com diversidade mesmo em relação às demais línguas românicas:

  • Diferença Ser - Estar - característica muito rara, exclusiva de poucas línguas latinas, as ibéricas e o italiano (essa em menor escala).
  • Característica de Língua "pro-drop" nas quais o pronome, o sujeito, não precisa ser explicitado na sentença, sendo intuído pela conjugação e pelo contexto.
  • Aumentativo e diminutivo sintéticos. (finais: ão-ona,ón, íon-ona; inho-inha, Ito, ita).
  • Plural de Substantivos, Adjetivos, com S final.
  • Passado perfeito é mais usado na sua forma simples, não na composta (embora, no espanhol, a forma composta seja bem mais usado que no português).
  • Terceira pessoa do plural diferenciada por gênero gramatical.
  • Riqueza de palavras simples para definir graus de parentesco, com diferenças mínimas (geralmente só uma letra) entre o masculino e feminino. Também, tais palavras são todas simples, sintéticas:

pai - mãe, padre - madre; filho - filha, hijo - hija; irmão - irmã, hermano - hermana; tio - tia, tío - tía; sobrinho - sobrinha, sobriño - sobriña; primo - prima, primo - prima; avô - avó, abuello - abuella, neto - neta, nieto - nieta; bisneto - bisneta, biznieto - biznieta; sogro- sogra, suegro - suegra; cunhado - cunhada, cuñado - cuñada; concunhado - concunhada, concuñado - concuñada; padrinho - madrinha, patrino - madrina; afilhado - afilhada, ahijado - ahijada;

  • Os numerais ordinais variam a terminação em todas as casas desde as unidades até os milhares, ao contrário do que acontece na maioria das línguas, onde a variação fica só nas unidades. Exemplos:
    • 7862º- O sete milésimo octingentésimo sexagésimo segundo (Port.);
    • 1443º - El Milésimo cuadringentésimo cuadragésimo tercero (Esp.).

Diferenças

Não se pretende apresentar aqui uma análise completa e exaustiva das diferenças entre as duas línguas, mas principalmente uma amostra de diferenças justamente em contraposição às semelhanças. Também não haverá comparações de vocabulário, dos aspectos léxicos. Os termos Espanhol (a) e Castelhano (a) serão usados alternativamente, sem uma regra fixa, visando apenas certo estilo para não evitar exaustão de palavras.

Cognatos

No caso de cognatos, palavras semelhantes e de mesmo significado nas duas línguas, percebe-se bem o fato de ambas as línguas derivarem da mesma família, a ibero-ocidental. Nota-se também a evolução do Espanhol para o Português via Galego.
Há casos como:

Vogais

  • Os ditongos crescentes foram desenvolvidos na língua castelhana, enquanto em português manteve-se a vogal única em silaba tônica, herdado do latim, assim como os ditongos decrescentes, na língua portuguesa. Ex.: miedo - medo -; siempre - sempre; tierra - terra; fiesta - festa; nieve - neve; hacienda - fazenda; nueve - nove; bueno - bom; cuerpo - corpo; muerte - morte; cuero - couro; puente - ponte; fuego - fogo; barrio - bairro; lluvia - chuva; fuente - fonte.
  • Vogal única do Castelhano, ou mesmo ditongo crescente, que no português é ditongo decrescente, que é bastante comum, em português. Ex.: toro - touro; oro - ouro; mucho - muito; leche - leite; pecho - peito; barrio - bairro; no - não; después - depois; moro - mouro; bandera - bandeira.

Conforme os aspectos informados acima, em Espanhol poucas são as palavras com ditongos decrescentes.

  • As formas do aumentativo e do diminutivo do português, cujos finais são geral e respectivamente ão (ona) e inho (a) equivalem às formas castelhanas respectivamente aumentativo ón (ona) / ión (iona) e diminutivo ito / ita.

Notas: a derivação ión / on para ão vale também para palavras com essas desinências, ainda que não sejam aumentativos. Em português de Portugal, usam-se mais extensivamente do que no Brasil os diminutivos em ito.

Consoantes

  • Algumas palavras que em português são iniciadas com ch equivalem às palavras iniciadas com ll no castelhano. Ex.: llorar - chorar, lluvia - chuva; llaga - chaga; llamar - chamar; llegar - chegar; llave - chave; lleno - cheio.
  • Muitas palavras que em português são iniciadas com f equivalem às palavras iniciadas com h no castelhano. Ex.: hacer - fazer; hablar - falar; hacienda - fazenda; harina - farinha; hermosa - formosa; hazaña - façanha; hembra - fêmea; herir - ferir; humo - fumo; hiero - ferro; higo - figo; hoje - folha; huracán - furacão; hurtar - furtar; hijo - filho; hondo - fundo; hiel - fel, huir - fugir.
  • Certas palavras do português iniciadas com z equivalem às palavras do espanhol iniciadas com c. Ex.: cebra - zebra, celador - zelador, celo/ celoso - zelo/zeloso, cero - zero, cerbatana - zarabatana, cinc/ circónio (há também zinc/ zircónio em castelhano) - zinco/ zircônio.
  • Palavras diversas, substantivos, advérbios, formas verbais que em Português terminam em m, em espanhol, onde não há palavras com final m, as similares terminam em n: joven - jovem; alguien - alguém; quien - quem; bien - bem; hacen - fazem; lloran - choram;

Escrita

Alfabeto

Ambos os idiomas usam variantes do alfabeto latino, havendo, porém, diferenças fonéticas e mesmo de grafia.

  • Os nomes das letras são masculinos em português, mas femininos em espanhol
  • Em português existem os dígrafos lh, nh e também o ç (C cedilha).
  • As vogais do português podem ter os diacríticos til, no a e no o (leão, anões) e os acentos agudos (café, também), circunflexo (ênfase), grave. Esse último somente nas crases, contrações da preposição a com os artigos a, as e os demonstrativos aquilo, aquele (a, es, as). Há também o apóstrofo que indica a elisão de uma vogal. Ex: pingo d'água.
  • No castelhano, os dígrafos ch e ll são considerados como letras do alfabeto, assim como também o ñ. Desde 1994, as palavras que contêm as letras ch e ll, são alfabeticamente ordenadas como se fossem letras diferentes.
  • Há letras e dígrafos cujos sons diferem entre o português e o espanhol. são os casos de ch, j, y, s, z, v que são citados no item Fonologia.

Interrogação e exclamação:

Somente em castelhano as sentenças interrogativas e exclamativas, além de terem o respectivo ponto de interrogação ou ponto de exclamação no final das mesmas, também apresentam, no início dessas sentenças, a mesma respectiva pontuação, porém invertida. Isso já prepara o leitor para essas características, interrogação ou exclamação, das sentenças.

  • Interrogativa: ¿Cuántos años tienes?
  • Exclamativa: ¡Cuidado con el perro!

Hífen

De forma diferente do que acontece em português, em castelhano não é usado o hífen para separar uma forma verbal de um pronome oblíquo átono que a segue. Nesse caso, ocorre a justaposição desses dois elementos, formando uma só palavra. Exemplos:

  • Português: sentir-se, compensá-lo, contar-lhe, explique-lhes, ir-me, fazê-lo.
  • Castelhano: "sentirse, compensarlo, contarle, expliqueles, irme, hacerlo.

Não são apresentados aqui exemplos partindo de uma colocação de hífen numa mesóclise em português, pois a mesóclise não existe em castelhano.

Frequência das letras

  • Há ligeiras diferenças entre a frequência com que as diferentes letras aparecem em textos gerais dessas duas línguas, aparir de diversas estatísticas:
  • As vogais correspondem em Português a um percentual maior (~50%) nos textos do que em Castelhano (~43,5%), masmo se incluído aí o "Y".
  • Em ambas, as duas letras mais usadas são "A" e "E", porém em Castelhano o "E" suplanta o "A", ao contrário do que ocorre em Português.
  • A letra "O" é mais usada em Português, enquanto que o "L" é bem mais usado em Castelhano em função do ''ll''.
  • Em Português "M" e "N" apresentam quase a mesma frequência de presença, mas em Castelhano o "N" é bem mais usado, por não haver aí palavras terminadas com "M", ao contrário do Português.
  • O "V" é menos usado em Português,enquanto que o "Y" é bem mais usado em Castelhano.
  • há muita similaridade entre as sete letras (ordem decrescente) mais usadas nas duas lìnguas:
    • Português - '''A E''' ''O S R'' '''I N'''
    • Castelhano - '''E A''' ''O S R'' '''N I'''

Fonologia

O inventário de fonemas do castelhano é menos rico do que o do português, talvez por isso seja mais difícil para os falantes de espanhol entender o português falado do que a situação inversa.

Vogais

A fonologia do português apresenta basicamente de doze a catorze vogais fonêmicas: ä, ɐ, ɐ̃, ɛ, e, ẽ, i, ɨ, ĩ, ɔ, o, õ, u, enquanto que no espanhol são apenas cinco vogais fonêmicas ä, e̞, i, o̞, u. Não há em espanhol vogais abertas como ɛ, ɔ(em português é, ó)

Consoantes

Existem sons consonantais no castelhano que não existem em português, porém, no total existem mais sons consoantes em português que não existem em espanhol.

Só em português

  • Não existe em espanhol a consoante fricativa palato-alveolar sonora ʒ do português - longe [ˈlõʒɨ], jacaré ʒakaˈrɛ. Existem, porém, as letras G (diante de i ou e), J e Y (Espanhol da América Latina) com outro som, dʒ.
  • Não existe em espanhol a consoante fricativa palato-alveolar surda ʃ do português - chance ˈʃɐ̃sɨ, chuva [ˈʃuvɐ]. Existe, porém o encontro consonantal CH (tʃ) com outro som.
  • Não existe em espanhol a consoante fricativa labiodental sonora v do português. Graficamente existem, em espanhol, b e v, mas a pronúncia é uma única, sempre b ~ β (bilabial sonoro).
  • Não existe fonemicamente em espanhol a consoante fricativa alveolar sonora [z] do português - zinco [ˈzĩku], mesa [ˈmezɐ]. Graficamente existem, em espanhol, s e z, mas a pronúncia é normalmente surda [s] - mesa [ˈmesa].

Só em espanhol

  • Não existe em português a consoante fricativa dental surda [θ] do espanhol europeu, facilmente confundível com o [s] ou [f]; é como o th da língua inglesa; a grafia é com c ou z- moza [ˈmoθa], ciento [ˈθiento]
  • Não existe em português o som da letra j espanhol e do g diante de e ou i, o [h] aspirado, como o h do Inglês;

Acentuação gráfica

As vogais do castelhano usam somente o acento agudo (Geografía). O trema ainda é usado em espanhol, tendo desaparecido do português no Acordo Ortográfico de 1990 aplicado a partir de 2009. Em castelhano o apóstrofo é arcaico e pouco usado.

Percebem-se repetitivas diferenças de acentuação gráfica em diversas palavras que contem encontros vocálicos,nas quais a grafia a menos da acentuação) e pronúncia, em português e espanhol, são idênticas (São os casos de máfia (português) e mafia (castelhano); geografia (português) e geografía (castelhano).

Em ambas as línguas é usada obrigatoriamente a acentuação gráfica em palavras proparoxítonas, ao passo que as palavras paroxítonas não apresentam acento gráfico. As diferenças apresentadas acima, máfia / mafia e geografia / geografía se devem ao fato desses encontros vocálicos finais (ia nos casos citados) serem considerados de forma diferente no português e no castelhano

Em português tal encontro vocálico (ia) é um hiato. É, portanto, formado por duas sílabas, i e a. A palavra (ex. máfia), para ter ma como sílaba tônica, é proparoxítona, exigindo assim acentuação gráfica. No caso de geografia, havendo duas sílabas, i e a, a palavra é paroxítona e para ter essa pronúncia, não precisa de acento gráfico

Em castelhano o mesmo encontro vocálico ia é um ditongo crescente, uma única sílaba, o que torna a palavra mafia uma paroxítona que não exige acentuação gráfica para ter o ma como sílaba tônica. No caso de geografía, para identificar o hiato, é preciso acentuar graficamente a sílaba tônica para não ser confundido com ditongo.

Exemplos diversos, conforme tonicidade do encontro vocálico final:

  • Tônico
    • Português (hiato) - geografia, biografia, biologia, rio, fotografia, astronomia, melodia
    • Castelhano (hiato) - geografía, biografía, biología, río, fotografía, astronomía, melodía
  • Átono
    • Português - (hiato) pátria, máfia, trégua, estátua, armário, glória, calvário, artéria
    • Castelhano - (ditongo) patria, mafia, tregua, estatua, armario, gloria, calvario, artéria

Em Português não há palavras com acentuação gráfica em sílaba anterior à antepenúltima. Em Espanhol, porém há as chamadas palavras ‘’sobreesdrújulas’’ (sobre esdrúxulas) que apresentam acentuação antes da antepenúltima sílaba.

  • É o caso dos advérbios de modo terminados em’’ _mente’’, derivados de substantivos ou adjetivos, em cuja raíz há um acento gráfico que é mantido no advérbio: químicamente, rápidamente difícilmente, esporádicamente.
  • Isso também ocorre nas formas verbais formadas pela composição do verbo conjugado com um pronome pessoal átono: dígamelo, permítaseme, dígaselo, cuéntamelo, corríjaselo, prepáreselo.

Gramática

Pronomes

Os sistemas de pronomes pessoais de ambos os idiomas se assemelham muito, diferindo, porém, nos seguintes aspectos.

  • Os pronomes da primeira a segunda pessoas do plural (nós, vós) do castelhano variam em gênero gramatical - nosotros, nosotras, vosotros, vosotras, o que não ocorre em português.
  • No espanhol da América não se usam vosotros, vosotras como plural de tu. Em seu lugar usa-se ustedes
  • Há mais pronomes pessoais (formais e informais) em português (tu, você, o senhor, a senhora, vós, vocês, os senhores, as senhoras) do que em castelhano (tu, vos, usted, ustedes);
  • As frases em castelhano, ao contrário do português, podem iniciar com pronome oblíquo - Ex. "Me" dijo que vendría mañana
  • Mesmo sendo ambas as línguas com característica de língua "pro-drop" (sujeito "nulo" - não precisa ser explicitado), em português é costume enfatizar o sujeito por pronome, enquanto que em castelhano essa ênfase vai para o objeto.
  • Em espanhol, não em português, existe a abundância de acompanhantes clíticos, sendo que pronomes se apresentam muitas vezes redundantes, na forma tônica e na forma átona, aparecendo duas vezes numa mesma sentença o "mesmo" objeto indireto:
    • Le di los libros a Juan. Literalmente - lhe dei os livros a Juan.
    • La llamaron a ella. Literalmente - lhe chamaram a ela.
  • Pronomes indefinidos:
    • Quem em português é invariável, mas em espanhol apresenta formas singular (quién) e plural (quiénes),
    • A forma a gente como pronome do português tem equivalente em espanhol que varia em gênero - uno, una;

Nota: gente em espanhol pode equivaler em português a gente (Hay mucha gente em la calle) ou a pessoas (La gente va para la fiesta).

Numerais

Há algumas diferenças mínimas

  • O numeral Dois (dos) não varia em gênero em espanhol (sempre dos), variando porém em português (dois, duas).
  • Embora ambas as palavras, bilhão (português) e billión (espanhol), pareçam ter o mesmo significado, em português bilhão corresponde a 1.000.000.000, enquanto que billión são um 1.000.000.000.000.

Formas verbais

A quantidade e as características (tempo, modo, formação, voz) de formas verbais do português e do castelhano são quase as mesmas, havendo algumas pequenas diferenças conforme segue:

  • Em castelhano não há o pretérito-mais-que-perfeito do indicativo simples (que existe em português), somente o composto
  • Em castelhano não há o infinitivo pessoal (que existe em português), somente o impessoal.
  • Em castelhano há duas formas para o pretérito imperfeito do subjuntivo, havendo uma só em português.

Contrações

A presença de contrações das preposições a, de, em, por com os artigos definidos ou indefinidos e com os pronomes demonstrativos (isto, este (a, es, as), isso, esse (a, es, as), aquilo, aquele (a, es, as)), que seguem as preposições, é muito mais generalizada em português. Em castelhano existem somente as contrações a + el = al e de + el = del.

Outros

Dias da semana

Há uma notável diferença de vocabulário entre o Português e o Castelhano, a qual, a qual, aliás, diferencia o Português das demais línguas ocidentais está nos nomes dos cinco primeiros dias da semana, os quais na Língua portuguesa, por iniciativa de Martinho de Braga em obediência à liturgia católica, não seguem nomenclaturas de origens pagãs.

Nas demais línguas européias ocidentais as denominações se referem a divindades Mitologia Greco-Romanas (Latinas) ou Germânicas, enquanto que no português são seqüenciais, como ocorre em línguas eslavas e em algumas asiáticas não indo-européias.

Assim temos, em Português: segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira; que correspondem respectivamente a palavras em:

  • Línguas românicas: Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter (Jove), Vênus;
  • Línguas germânicas: Lua, Tyr, Odin, Thor, Freya.

Sobrenomes

Tradicionalmente (hoje uma tradição em extinção), nos países de língua Espanhola o primeiro sobrenome (apellido - esp), aquele que vem logo após o nome da pessoa é aquele da família do pai (no caso o primeiro sobrenome do pai) e o seguinte, o último, é o da família da mãe (também é o primeiro sobre nome da mãe). Na Catalunha usa-se a conjunção y (ou i, em Catalão) entre os dois sobrenomes.

Nos países de língua Portuguesa a ordem é inversa daquela dos de língua espanhola, vindo primeiro o último sobrenome da mãe e depois o último sobrenome do pai.

Nos países de língua espanhola a mulher ao se casar adquire o primeiro sobrenome do marido, mantém seu primeiro, ficando o sobrenome adquirido em último lugar, antecedido pela preposição de.

About the author

Carlos Carrion Torres comes from Vitória-ES in Brazil and can be contacted at:c.carrion.t@gmail.com

http://www.omniglot.com/language/articles/esport.htm