segunda-feira, 29 de junho de 2015

Os fins justificam os meios para desestabilizar o governo federal e acabar com as aspirações democrática do povo.

Opinionis conscia


Acorda povo brasileiro estamos vivendo um dos piores momentos da história deste país! Nossa pátria está sendo ameaçada pelos seus inimigos que articulam no senado e na câmara federal e fora destas casas legislativas um golpe contra a república e a democracia porque pelo voto estes indivíduos vis não têm condições de voltarem ao poder executivo federal através de um processo limpo e democrático. Eles sabem que pelas urnas seja FHC, Serra,Alckmin ou Aécio Neves a derrota será certa em 2018. Apesar de toda articulação e todo o jogo sujo desta oposição incompetente e corrupta onde os fins justificam os meios para os tucanos voltarem ao Planalto. A classe média e a pequena burguesia enganam-se pensando que estes os representam, e que ao combater a suposta esquerda estão  lutando contra os inimigos do Brasil. O indivíduos de nossa pequena burguesia e da nossa classe média em sua ignorância política e histórica não sabem que deixaram que os tornassem porta-vozes dos verdadeiros inimigos do Brasil e do povo brasileiro. O lava jato não é uma caçada aos corruptos e aos corruptores, primeiro que corruptos não podem caçar outros, e segundo que isto é apenas um jogo e uma grande armação para derruba o governo da Senhora presidente da Republica Dilma Vanda Rousseff. Os crápulas do PSDB, DEM e do PMDB não são menos corruptos do que os petistas que receberam as tais doações empresariais, é claro que não foram doações porque empresários não doam seu dinheiro a político em lugar nenhum do mundo Capitalista, empresário faz investimentos para resgatá-lo a curto prazo. Ninguém doou grana ao FHC, nem ao Lula, nem ao Aécio Neves e nem a Dilma... Os empresários tão corruptos quantos os politicos fizeram investimentos e depois de tudo isso, seja qual for o desfecho final, irão continuar a fazerem seus lucrativos investimentos. A não ser que houvesse uma reforma política e fiscal de vergonha neste país. Mas não irá haver porque estes crápulas não querem.

quarta-feira, 18 de março de 2015

O modelo político brasileiro está falido.






Vivemos atualmente uma instabilidade política no ano em que o povo brasileiro deveria  está comemorando os 30 anos da redemocratização e do fim do famigerado regime militar de 64, e não deveria está reproduzido o discurso dos seus verdadeiros inimigos. A democracia brasileira não está consolidada, ela é frágil. No Brasil o que temos é uma experiência política em que se tem uma série de garantias democráticas, mas também se tem uma presença de força externas do espectro político que interferem de maneira tal na aplicação das leis e que fazem não termos uma democracia no sentido completo do termo. O Brasil é uma democracia muito frágil que tem seus altos e baixos, seus avanços e recuos por vários fatores de natureza sócio-política e econômica que produzem algumas mazelas que são heranças históricas ramificadas como uma metástase que age lesando diretamente no sene da política nacional destruindo o presente e o futuro do povo brasileiro. Do final dos anos 1980 até hoje a nossa democracia não se consolidou, e os seus problemas ficaram mais evidentes, como a baixa participação popular na vida política partidária, sindical, estudantil e em movimentos sociais. Há um processo de despolitização e alienação do povo brasileiro onde é visível que o povo idiotiza-se a cada dia. Com isso não pretendo afirmar que antes o povo brasileiro era consciente e politizado e hoje não é, mas uma coisa é certa hoje nosso povo está muito mais vulnerável ao controle social através dos novos e velhos instrumentos de alienação. Até setores que nos anos 50 aos 80 foram mais esclarecidos, conscientes e politizados hoje são ambientes que reproduzem o discurso dos antigos e novos algozes. Não podemos esquecer que temos um sistema parlamentar que produz distorções no sistema representativo que interferem no funcionamento do Estado ao mesmo tempo em que legitima e perpetua velhos vícios e práticas nocivas que tiram do povo brasileiro os direitos de direito que deveriam ser inalienáveis, esta infâmia se dar tanto no Senado quanto na Câmara Federal. Nesse momento da história temos um legislativo que atingiu máximo grau de corporativismo e prostituição politica, as duas casas do legislativo federal não passa de um antro de indivíduos venais, corruptos, corruptores e que se deixam corromper com poucos indivíduos honestos malhando em ferro frio e tentando salvar o sistema parlamentar e a própria frágil democracia brasileiro. A raiz das ameaças iminentes à nossa frágil democracia, esta no modelo de construção democrática adotado na chamada Nova República pós-ditadura militar na qual a governabilidade era compreendida através da cooptação de uma parte da classe política que se desenvolveu no seio do regime militar de 64, e da gestão de toda essa massa fisiológica da política brasileira vinculada a interesses econômicos do capitalismo nacional e estrangeiro. Foi assim no governo de Fernando Henrique Cardoso, com apoio de Antônio Carlos Magalhães e do PFL, e foi assim no governo Lula, quando esse teve o apoio do José Sarney um produto da ditadura militar. Nos dois casos, o PMDB era o grande gestor da fisiologia política. Alguns teóricos políticos dizem que este modelo se esgotou, mas ainda não chegou o momento do seu fim. Mesmo com esta grande crise que do sistema político nacional vem passado porque alguns tecnocratas, oligárquicas e pseudos líderes populares das tais bancadas empresarial, ruralista, evangélica e outras iram tentar manter vivo esse modelo político moribundo. A produção de grandes atores políticos no senário politico nacional já não existe, partido como PT, PSDB e PMDB já não possuem grandes lideranças nacionais. E o PSDB e o PT estão desmoronando-se na base. Esses dois partidos estão esgotados. Ninguém mais espera que o processo de reformas nacionais possa ser feito a partir de propostas desses dois grupos partidários. Os dois já foram testados e demonstraram limitações e ingerências. Ninguém vai conseguir fazer nada continuando com este modelo falido. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Nossa educação está em estágio terminal








Não é exagero, infelizmente, afirmamos que este modelo de educação que está ai já morreu a muito tempo, a edição do Enem(Exame Nacional do Ensino Médio) de 2014 onde 529.373 candidatos tiraram nota 0 (Zero) na redação, ela só veio comprovar o que as autoridade constituídas da educação nacional existem em esconder e enganar a sociedade com maquiagens fajutas tentando fazer o povo  crer que nossa medíocre educação está melhorando. O último levantamento do Inaf (Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional  realizado pelo Instituto Paulo Montenegro) mostrou que apenas 26% da população brasileira de 15 a 64 anos é plenamente alfabetizada. Deixe-me repetir: três quartos da nossa população não são capazes de ler e compreender um texto em sua língua materna (Língua Portuguesa Brasileira). Na outra grande área do conhecimento, a Matemática, a situação é igualmente desoladora: só 23%, segundo o mesmo Inaf, consegue resolver um problema matemático que envolva mais de uma operação, e apenas esse mesmo grupo tem capacidade para entender gráficos e tabelas. Na outra ponta, apenas 250 obtiveram a nota máxima. Na edição de 2013, com menos inscritos, 481 redações tiveram nota mil e 106.742, nota 0 (Zero). Nesta última edição (2014), entre os que zeraram a redação, 13.039 copiaram textos motivadores da prova; 7.824 escreveram menos de sete linhas; 4.444 não atenderam ao tipo textual solicitado; 3.362 tiraram zero por parte desconectada e 955 por ferirem os direitos humanos. Outras 1.508, por outros motivos. De acordo com Inep, de 2013 para 2014 houve queda de 9,7% no desempenho dos candidatos. De acordo com o ministro da Educação, Cid Gomes, a queda merece a atenção da academia para que se entenda o porquê disso, pois, de acordo com ele, em um ano, não houve grandes variações de financiamento ou de corpo docente no ensino médio suficiente para explicar a queda de desempenho. Essa realidade nefasta e surreal é o produto final de um sistema de educação que já nasceu fadado ao fracasso devido apresentar deficiências, falta de planejamentos e de valorização da qualidade por não ser nossa educação um projeto de estado e da nação brasileira. Podemos afirmar que a falta de um projeto educacional de Estado, de modo geral, contribuiu para a falência de nossa educação em todas as etapas do ensino, em todo o país do Rio Grande do Sul a Amapá e do Ceará ao Acre com algumas ilhas de qualidade (ainda que as tradicionais diferenças regionais também se manifestem na área educacional) e tanto nas escolas públicas como nas particulares. É uma contextualização que não pode ser creditado ao nosso subdesenvolvimento, pois países muito mais pobres que o nosso têm demonstrado desempenhos muito melhores que os nossos. Na área da educação, especialmente de ensino básico, só conseguimos desempenhos iguais ou até um pouco melhor do que alguns pobres países da África e América Central.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A intolerância e o ódio de jovens franco-argelinos semeiam dores em solo francês





A França está vivendo os efeitos colaterais e correlatos de um mecanismo do capitalismo usado para se recompor, se refazer na Europa em países como França, Inglaterra e Alemanha na segunda metade do século XX.  A exploração de exércitos de mão de obra barata de pobres ‘importados’ de outros países, ainda nos anos 60 inicia-se a imigração argelina para o território francês. O governo francês convida os argelinos para irem viver é trabalhar na França, já que a Argélia foi colônia francesa por 132 anos de 1830 até 1962. Esta mão de obra de pobres argelinos por ser importada é duplamente estrangeira, primeiro por não ser nacional e segundo por ser ignorada pelas autoridades francesa que não tem compromissos com a radicalização dos miseráveis importados como demonstram ter com a radicalização da pobreza do francos brancos nativos (de origem latina, gaulesa ou germânica) e como se propõem a ter compromissos com o fim do problema da pobreza dos franceses nativos desafortunados (pobreza nacional). Excluídos e esquecidos nas periferias das grandes cidades francesas, os filhos e netos da geração dos primeiros imigrantes argelinos já não tem as mesmas chances que seus pais tiveram nos anos 60, 70 e 80. Hoje por diversos motivos de natureza econômica em uma França que já não vive dias de grandes prosperidades, eles estão cada vez mais pobres. Com. efeito, o desemprego e a exclusão social dos francos-argelinos somado ao desrespeito a sua cultura e credo de fé formaram os elementos explosivos que resultaram nas mortes de 12 pessoas e em 11 feridas na revista Charlie Hebdo em Paris no último de 07/01/2015. Logo em seguida, inicia-se uma caçada aos irmãos jihadistas Said Kouachi, 34, e Chérif Kouachi, 32, caçada esta que terminou hoje com a morte dos irmãos suspeitos do massacre da revista Charlie hebdo. Em uma empresa  onde os irmãos terroristas fizeram reféns e produzem pânico na comunidade de Dammartin-en-Goele, a cerca de 40 km ao nordeste da capital francesa,Paris, e na capital outros dois terroristas, um homem, terceiro suspeito do atentado a Charlie Hobdo, Amedy Coulibaly, 32, e uma mulher Hayat Boumeddiene que também auto intitulavam-se vingadores do profeta Maomé, fizeram reféns num mercado de produtos judáicos ao invadir-lo em Porte de Vincennes, em Paris, e também fizeram reféns no local. Segundo a Reuters, o sequestrador Amedy Coulibaly e mais quatro reféns foram mortos. De acordo com a agência AFP, Coulibaly seria ligado a um dos irmãos Kouachi. Coulibaly era suspeito do assassinato de uma policial municipal francesa nesta quinta-feira (8), em Montrouge. Por razões políticas e ideológicas, se faz necessário, fazer o mundo acreditar que a razão de tamanha violência é apenas fanatismo religioso - pois o objetivo essencial das autoridades não é a verdade. Mas nada justifica a barbaria, a irracionalidade e o sectarismo islâmico. Porém, não se pode esquecer que estes jovens pobres, excluídos e segregados se deixam ser recrutados pelos extremistas islâmicos é porque são humilhados, ignorados, esquecidos excluídos no país onde não pediram para nascer, mas nasceram, é fato, logo são franceses como os jovens brancos nativos, todavia não são vistos como tais, não possuem os mesmos direitos, liberdades e as mesmas oportunidades. Infelizmente é no fundamentalismo muçulmano e nos discursos históricos radicais do islã que estes se encontram como gente e filho de uma divindade vingadora, e ao tornassem vingadores do profeta, estão de uma certa forma se vingando da violência sofrida por aqueles que deveriam lhes ver como franceses. Viviam a margem da sociedade francesa e eram tidos como estrangeiros na terra onde nasceram. Estes três terroristas são tão vitimas quanto as 12 pessoas que morreram assassinados por eles no semanário Charlie Hobde, quanto a policial assassinada ontem e quanto os quatro reféns mortos hoje no mercado judaico. Não estou aqui justificando o terror porque creio que um crime não justifica outro. E tenho certeza que tudo isto é fruto da exclusão, exploração falta de humanidade, da ausência de respeito e direitos no mundo neoliberal capitalista para os filhos e netos de imigrantes árabes em país como a França e da nefasta formação fundamentalista radical e do discurso jihadista muçulmano. A Al-qaeda e outras organizações islâmicas terroristas se aproveitam do ódio e da revolta dos jovens excluídos e abandonados para recrutá-los para sua pseuda guerra santa contra os infiéis ocidentais. Não devemos esquecer que ódio e fanatismo religioso é nocivo e mata. É bom lembramos também que nem todos os muçulmanos são terroristas e nem todos odeiam o ocidente. Quando alguém generalizar está sendo preconceituoso e cruel e tão intolerante quanto os fanáticos fudamentalistas islâmicos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Minha fruta preferida

Minha amada
Quando a vi pela primeira vez
Era tão apetitosa quanto
 um caqui maduro suculento
Colhido no pé.
Mas tinha o sabor de manga rosa madura
Colhida no pé.
Com a simetria de suas curvas
Lembrando-me uma bela pera.
Tive naquele momento
um certo calor e um rubor
em meu corpo e um desejo
voluptuosos de colher e me labuzar
ao comer  tal bela e doce fruta dos trópicos.
Este apetite voraz já não sei se ainda tenho
Na pele quando toco  sua pele.
Mas de uma coisa eu tenho certeza
O calor na pele e o rubor no rosto
eu ainda sinto e tenho
E ela ainda tem o mesmo gosto de manga rosa
Colhida no pé e o doce de cana caiana no brejo
e ela está pra lá de madura mas ainda me sacia
e me apetece e me completa ainda
cada vez que meu olhos te vê desnuda
me dar um desejo de cravar os meus dentes
em sua poupa doce e macia.                                                                                                                                                                                                



                             de J. Cícero Gomes

sábado, 15 de novembro de 2014

Louco eu sou, pois acredito que sou um viajante de passagem neste louco mundo




viajante cósmico


Sou um louco viajante
E estou neste louco mundo
Mudo e louco
Porque tudo aqui é passageiro
e eu um dia terei
que deixa tudo que tenho e amo
neste mundo louco.
É louco viver construindo e conquistando coisas
para deixar para trás
Porque do outro lado,
não chegamos com nada
que fizemos, construímos ou conquistamos
do louco lado de cá...
Será louco se não houver outro lado
se tudo se reduzir a está porá louca
que é este louco mundo.
Fodeu tudo,
não terá valido apenas esta louca aventura
que chamamos de vida,
Mas ainda quero continuar acreditando
que toda esta loucura não é tudo
é a morte não é o fim.

                                                                                José Cícero Gomes
                                                                                             15/11/14

domingo, 31 de agosto de 2014

Intolerância e fanatismo religiosa gospel no interior de Minas Gerais

Acorda Povo Brasileiro abaixo a intolerância religiosa no Brasil, o que vem ocorrendo na cidade mineira de Senador Firmino é a prova da intolerância religiosa, do fanatismo e da loucura gospel, capelas na zona rural vem sendo queimadas e salgadas com sal grosso em um ritual de purificação. Estes loucos não são muito diferentes dos fanáticos intolerantes muçulmanos da Ásia e da África. Estes loucos não podem esquecer que este é um país que ainda tem uma população de maioria Católica. Onde estão as autoridades deste país que não estão vendo o que as falsas igrejas cristãs de doutrina neopentecostal estão produzindo? Os líderes neopentecostais estão fabricando no Brasil indivíduos intolerantes, fanáticos, ignorantes, sectários e preconceituosos.