sábado, 15 de março de 2014

GOVERNO FEDERAL CONCORDA COM CALAMIDADE PÚBLICA EM PORTO VELHO; MAS NEGA CULPA DAS HIDRELÉTRICAS DO RIO MADEIRA NO AUMENTO DA GRAVIDADE DA ENCHENTE. E TAMBÉM SE NEGA FALAR DA TRANSPOSIÇÃO.




Sábado, 15 de março de 2014

* J. Cícero Gomes


A Cheia do Rio Madeira não é fruto das hidrelétricas senhora presidente Dilma, mas a gravidade devido às proporções da cheia deste ano é devida terem armazenado água em suas represas antes do tempo, e ao soltá-las aumentam o volume e a velocidade das águas do rio Madeira que desse inundando as margens e destruindo tudo que encontra pela frente, e a Excelentíssima Senhora Presidente Dilma Vana Rousseff ainda tem a coragem de sair de Brasília para vim até aqui falar grosso diante de nosso prefeito imperfeito e do nosso governo confuso, além de tentar eximir a culpa do seu governo e dos consórcios responsáveis pela construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau na tragédia  e nada irão fazer pelos ribeirinhos rondonienses de concreto. A Sra. Presidente veio ao nosso estado fazer politicagem e enganar achando que aqui só tem otários, já que ela deu um golpe nos servidos do estado de Rondônia quando aqui esteve em sua primeira visita para assinar a tal transposição dos servidores do estado para união em julho de 2011. Ela prometeu resolver rapidamente a transferência dos servidores do Estado para a União. Se irá cumprir não está demonstrando. Ao não querer falar no assunto demonstra um golpe. Espero está errado. E quanto a pauta de sua visita ao estado de Rondônia, ela não demonstrou a devida preocupação com o povo atingido pela enchente. Os ribeirinhos de Guajará-mirim ao Distrito de Calama no baixo madeira na extrema com o Estado do Amazonas não precisam de medidas paliativas, de demagogia ou de esmolas... Eles precisão de justiça social. Os ribeirinhos não precisam dos pseudos sentimentos presidenciais e nem de uma visita para dar satisfação social. Eles precisão de ajuda, de socorro, de inclusão social. Ela não falou em indenização, mas em esmolas ao anunciar uma série de medidas que são paliativas e que não cobrirão as percas dos ribeirinhos que foram atingidos pela cheia do Madeira. Os pescadores terão o pagamento do seguro defeso ampliado. Para os ribeirinhos, serão definidas linhas especiais de crédito, linha de crédito nos lembra de dívidas, como alguém que perdeu a casa, o roçado (plantações), o barco, a canoa, os moveis, roupas restando apenas a vida poderão contrair dívidas bancarias, e para as famílias que perderam bens e sofreram perdas em suas residências, a presidente garantiu a liberação do FGTS, é bom lembramos que nem todos tem direito ao fundo de garantia por tempo de serviço por serem autônomos (agricultores e pequenos comerciantes) ou servidores públicos. E quanto ao FGTS é obrigação do governo federal libera-lo, pois é direito do trabalhador formal sobre o regime jurídico CLT antecipar o saque em caso de morte, doença grave e sinistro.
Ela não fez nem um favor, apena uma obrigação do estado brasileiro com seus filhos rondonienses.

SOS Ribeirinhos do Vale do Rio Madeira


O que o prefeito de Porto Velho Dr. Mauro Nazif e o governador do Estado de Rondônia Dr. Confúcio Aires Moura tem feito realmente pelos ribeirinhos do Baixo Rio Madeira Rondoniense? E a Excelentíssima Senhora Presidente Dilma Vana Rousseff e os consórcios responsáveis pela construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau irão se eximir de suas culpas e nada irão fazer pelos ribeirinhos rondonienses. SOS BAIXO MADEIRA!

segunda-feira, 3 de março de 2014

Vida de mãe é breve



A vida é breve
pra tanto amor.

A vida é leve
mesmo carregando
um fardo.

A vida é suave
mesmo em meio a dor.

A vida é doce
mesmo com um gosto
amargo na boca.

Mas a vida de uma mãe é tão breve
e  tão frágil para tanto amor incondicional.

O amor de mãe é tão forte
para existir numa vida tão breve e tão frágil.

Por que vida de mãe
é tão breve se é repleta de um eterno amor
que é capaz de fazê-la
suportar a própria dor física
para não ver seu filho sofrer com sua dor.

A vida de mãe é tão leve
por ser regida por um amor eterno
mesmo em meio a dor.

A vida de mãe é bela
até se esvaindo.


                      Cícero
                       28/03/14

Agora entendo Cazuza quando disse: "só as mãe são felizes".

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

História da Cerveja


 

História da Cerveja


        Aquela cervejinha de cada-dia-dia acredita-se que ela tenha cerca de 10 mil anos de história, bem antes dos primórdios do mundo dito civilizado os homens da antiga Mesopotâmia descobriram, por acaso, o processo de fermentação, e as bebidas foram surgindo aos poucos, em pequena escala, as primeiras bebidas alcoólicas tenha sido descoberto por acaso, acidentalmente, provalvelmente da fermentação não induzida de algumas frutas e cereais.
       Diante de tal especulação chego a conclusão que a tarefa de determinar em que momento da história surgiu a primeira cerveja não é algo fácil, tudo indica que seja tão velha quanto a própria agricultura e que a cerveja assim como o vinho, é fruto de uma descoberta do acaso, um esbarrão na reação espontânea da massa de algum vegetal como fruto, cereas, cales, raizes e folhas.
       Mais tarde, a cerveja era produzida inicialmente pelos padeiros sumerianos e depois por outros povos, devido a natureza dos ingredientes que utilizavam: leveduras e grãos de cereais. A cevada era deixada de molho até germinar e, então, moída grosseiramente, moldada em bolos aos quais se adicionava a levedura. Os bolos, após parcialmente assados e desfeitos, eram colocados em jarras com água e deixados fermentar.
     Há evidências de que a prática da cervejaria originou-se na região da Mesopotâmia onde a cevada cresce em estado selvagem. Os primeiros registros de fabricação de cerveja têm aproximadamente 6 mil anos e remetem aos Sumérios, povo mesopotâmico. A primeira cerveja produzida foi, provavelmente, um acidente. Documentos históricos mostram que em 2100 a.C. os sumérios alegravam-se com uma bebida fermentada, obtida de cereais. Na Suméria, cerca de 40% da produção dos cereais destinavam-se às cervejarias chamadas "casas de cerveja", mantida por mulheres. Os egípcios logo aprenderam a arte de fabricar cerveja e carregaram a tradição no milênio seguinte, agregando o líquido à sua dieta diária.
       A cerveja produzida naquela época era bem diferente da de hoje em dia. Era escura, forte e muitas vezes substituía a água, sujeita a todos os tipos de contaminação, causando diversas doenças à população. Mas a base do produto, a cevada fermentada, era a mesma.
      A expansão definitiva da cerveja se deu com o Império Romano, que se encarregou de levá-la para todos os cantos onde ainda não era conhecida. Júlio César era um grande admirador da cerveja e, em 49 a.C., depois de cruzar o Rubicão, ele deu uma grande festa a seus comandantes, na qual a principal bebida era a cerveja. A César também é atribuída a introdução de cerveja entre os britânicos, pois quando ele chegou à Britânia, esse povo apenas bebia leite e licor de mel. Através dos romanos a cerveja também chegou à Gália, hoje a França.
      E foi aí que a bebida definitivamente ganhou seu nome latino pelo qual conhecemos hoje. Os gauleses denominavam essa bebida de cevada fermentada de “cerevisia” ou “cervisia” em homenagem a Ceres, deusa da agricultura e da fertilidade.
         Na Idade Média, os conventos assumiram a fabricação da cerveja que, até então, era uma atividade familiar, como cozer o pão ou fiar o linho. Pouco a pouco, à medida que cresciam os aglomerados populacionais e que se libertavam os servos, entre os séculos VII e IX, começaram a surgir artesãos cervejeiros, trabalhando principalmente para grandes senhores e para abadias e mosteiros. O monopólio da fabricação da cerveja até por volta do século XI continuou com os conventos que desempenhavam relevante papel social e cultural, acolhendo os peregrinos de outras regiões. Por isso, todo monastério dispunha de um albergue e de uma cervejaria. Os monges por serem os únicos que reproduziam os manuscritos da época, puderam conservar e aperfeiçoar a técnica de fabricação da cerveja.
       Com o aumento do consumo da bebida, os artesãos das cidades começaram também a produzir cerveja, o que levou os poderes de públicos a se preocupar com o hábito de se beber cerveja. As tabernas ou cervejarias eram locais onde se discutiam assuntos importantes e muitos negócios concluíam-se entre um gole e outro de cerveja. A partir do séc. XII pequenas fábricas foram surgindo nas cidades européias e com uma técnica mais aperfeiçoada, os cervejeiros já sabiam que a água tinha um papel determinante na qualidade da cerveja. Assim a escolha da localização da fábrica era feita em função da proximidade de fontes de água muito boa.
     Com a posterior invenção de instrumentos científicos (termômetros e outros), bem como o aperfeiçoamento de novas técnicas de produção, o que bebemos hoje é uma agregação de todas as descobertas que possibilitaram o aprimoramento deste nobre líquido.
Fonte:   www.brejas.com.br/fazer-cerveja.shtml

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Sentido da vida



Onde está o sentido de nossas vidas?
estará no rumo que damos as nossas vidas
através de nossas escolhas.
O sentido das nossas vidas
estará em nossas escolhas boas ou ruins,
em nossas idas e vindas,
em nossos encontros e desencontros,
em nossas afetividades, entregas e abandonos...
Em nossas trocas e doações...
Doaçoes condicionais ou incodicionais...
Será que está onde colocamos nossas esperanças e objetivos
ao buscarmos de algo que jugarmos existir que chamamos de felicidade.
E que acreditamos está em nossos bens, nossas carreiras profissionais, em ontra pessoa, em nós mesmos, em uma religião, em deuses ou em Deus...
São todas estas escolhas e buscas, o que nos faz a pessoa que somos.
E o que somos poderá nos mostrar o sentido da vida?
E nos revelar onde está tal sentido?
Se é que a vida tem um sentindo em si mesma
ou apenas através de nossas escolhas encontramos o sentido para nossas vidas.
Mas como saberemos que encontramos tal sentindo
encansavelmente buscado e desejado por todos ao longo da vida?
Será que o encontramos
quando sentimos que a vida valeu apena...
Mas aí, já será o fim...

                                                                  Cícero

domingo, 19 de janeiro de 2014

A vertigem


O que é tontura?

Sensação de "cabeça leve", flutuação, desequilíbrio, impressão de estar caindo e de cabeça rodando. Em torno de 20% a 30% da população já sofreram com alguns desses incômodos característicos da tontura, a terceira queixa mais frequente nos consultórios médicos, atrás apenas da dor e da fadiga.
Tipos de vertigens
Quando a vertigem se manifesta em episódios de crise, é denominada aguda. Esses surtos geralmente começam de forma súbita e têm duração variável, podendo ser únicos, se repetirem isoladamente ou serem frequentes, com intervalos regulares ou não. As vertigens agudas geralmente são intensas e acompanhadas de manifestações neurovegetativas (mal-estar, náusea, vômito, palidez, taquicardia, sudorese), além de alteração do equilíbrio corporal.
As vertigens que se manifestam lentamente e duram longos períodos – cerca de 6 meses – e apresentam efeitos em longo prazo são chamadas de crônicas. Assim como o diabetes, a asma, o Alzheimer e a hipertensão, elas não têm cura, mas os sintomas podem – e devem – ser tratados, beneficiando assim a qualidade de vida do paciente. Elas também podem ser prevenidas por meio do diagnóstico precoce e da mudança de hábitos de vida, além de acesso ao tratamento adequado recomendado por profissional especializado, como um otorrinolaringologista.
As vertigens crônicas também costumam ocorrer subitamente e serem mais intensas durante alguns segundos, minutos, horas ou vários dias. Também podem ser acompanhadas de náuseas e vômitos, além de suor, palidez, mãos frias, palpitações, sensação de desmaio ou perda da consciência. Crises muito severas podem provocar diarréia ou vontade de urinar espontânea e ser impossível ficar de pé ou andar. As modificações da posição da cabeça ou do corpo agravam os sintomas. 
Algumas das vertigens mais comuns são: 

  • Doença de Ménière
Causada por uma dilatação generalizada de uma parte do labirinto (orelha interna), essa vertigem caracteriza-se por crises recorrentes, com duração de minutos a horas, acompanhadas de zumbido, sensação de ouvido congestionado e diminuição da audição. O problema acarreta desequilíbrio corporal, náuseas, vômitos e movimentos oscilatórios e/ou rotatórios do olho (chamados de nistagmo). Os sintomas auditivos sinalizam o início da crise e é aconselhável que o paciente procure um médico quando houver esses sinais.

  • Cinetose
A cinetose se manifesta durante viagens de navio, carro e avião e é provocada pela locomoção passiva do corpo em objetos móveis ou pelo movimento do ambiente visual enquanto o corpo está parado. Esse movimento pode ocasionar náuseas, vômitos, sudorese, palidez e desconforto físico, entre outros sintomas.
A cinetose se manifesta em todas as idades, com maior predominância na infância, devido à imaturidade do sistema vestibular dos bebês e das crianças que, ao serem expostas a movimentações não usuais, podem passar mal.

  • Labirintite
Cientificamente, o termo labirintite é usado apenas para descrever a doença causada pela inflamação do labirinto (orelha interna).  Porém, o termo tem sido erroneamente utilizado para descrever diferentes tipos de doenças que também causam tonturas, vertigens e desequilíbrio corporal. Apesar de também afetar a orelha interna, nem todas as labirintopatias são labirintites. Entende-se por labirintopatias todos os distúrbios do labirinto (orelha interna), inclusive a labirintite.
O sintoma mais comum do problema é a vertigem, que costuma ser acompanhada por náuseas, vômitos, zumbidos, perda auditiva total ou parcial e sensação eminente de desmaio.

  • Vertigem posicional paroxística benígna
A vertigem posicional paroxística benigna (VPPB), também conhecida por vertigem posicional ou postural, é uma vertigem intensa que dura menos de 30 segundos e geralmente regride em semanas ou meses, podem ter recorrência em meses ou anos.
Desencadeada pelo movimento da cabeça, a VPPB é mais frequente em adultos e idosos, raramente afetando crianças, e pode se manifestar acompanhada de náuseas, vômitos, zumbidos, movimentos involuntários dos olhos (nistagmo), palidez e sudorese. Alguns antecedentes que podem desencadear o problema são repouso prolongado, trauma crânio-encefálico e infecção do labirinto (orelha interna).

  • Neurite vestibular
A neurite vestibular ocorre pela inflamação do nervo que conecta o labirinto (orelha interna) ao cérebro e geralmente manifesta-se associada aos movimentos involuntários dos olhos (nistagmo), falta de equilíbrio, vertigem, náuseas e vômitos – mas sem sintomas auditivos e problemas neurológicos. Os sintomas são intensos nos primeiros dias da crise e forçam o paciente a permanecer acamado. Normalmente afeta pessoas entre 30 e 60 anos.

  • Fístula perilinfática
A pessoa pode nascer com essa labirontopatia ou adquiri-la após uma cirurgia, um processo inflamatório do labirinto (orelha interna) ou um barotrauma – traumatismo causado pela pressão, como acontece em mergulhos mais profundos.
Ela provoca vertigem aguda, perda auditiva, zumbido, plenitude aural (sensação de ouvido cheio), dificuldade para andar em linha reta e perda de equilíbrio.

  • Vertigem relacionada à esclerose múltipla
A esclerose múltipla é a doença degenerativa que mais afeta o Sistema Nervoso Central. A vertigem, a falta de coordenação dos movimentos e a dificuldade em articular palavras podem ser os primeiros sintomas da doença. Em alguns casos, a vertigem pode ser aguda, intensa e acompanhada de movimentos involuntários dos olhos (nistagmo).

  • Vertigem de origem metabólica
Existem algumas alterações metabólicas que podem causar vertigem. As mais comuns são as disglicemias (hipoglicemia e hiperglicemia) e o diabetes sem controle, além de alterações de insulina, de hormônios femininos e da tireóide, e  de efeitos colaterais provenientes de reposição hormonal.

  • Quadro clínico vestibular associado à migrânea
Bastante comum entre adultos e crianças, pode ocorrer antes ou após episódios de dor de cabeça. Seus sintomas são dor de cabeça, sonolência, fadiga, dificuldades de concentração, bocejos, náuseas, visão borrada, palidez, rigidez de pescoço e intolerância à luz e ao som.

  • Barotrauma
O barotrauma é causado por alterações bruscas de pressão barométrica, como ocorre em mergulhos e voos. Normalmente, provoca dor intensa e sangramento do ouvido, perda de audição súbita e vertigem.

  • Vertigem de origem vascular
Ocorre em função de uma lesão em vasos sanguíneos ou áreas importantes relacionadas à audição e ao equilíbrio. A vertigem vem geralmente acompanhada de náusea, vômitos e desequilíbrio.

  • Vertigem relacionada ao traumatismo crânio-encefálico
Pode ser provocado por acidentes automobilísticos, prática de esportes, agressões, quedas e acidentes de trabalho. Seus sintomas são vertigem, dor de cabeça e desequilíbrio corporal.

  • Ototoxicidade
As drogas ototóxicas (medicações que produzem efeito tóxico sobre o sistema auditivo) alteram o funcionamento da audição (às vezes, com perdas auditivas), do sistema vestibular (responsável pelo controle do equilíbrio corporal) ou de ambos. Antibióticos, antiinflamatórios e uso excessivo de álcool podem provocar dificuldade de coordenação dos movimentos, desequilíbrio e vertigem.

Vertigem tem tratamento?
O tratamento da vertigem pode ser feito de diversas maneiras:
  • controle da causa do problema: se a vertigem estiver relacionada a problemas neurológicos ou a doenças, como o diabetes, é preciso tratar essas patologias para assim evitar a manifestação da vertigem. O tratamento sintomático produz alívio dos sintomas, mas eles podem voltar, se a causa não for tratada;

  • exercícios de reabilitação do equilíbrio, compensando o problema fisiológico que causou a vertigem, associado ou não a medicamentos específicos;

  • cirúrgico, quando há, por exemplo, dano profundo e irreversível do labirinto (orelha interna) que não pode ser amenizado com medicamentos; 

  • modificações no estilo de vida, caso a vertigem esteja associada, por exemplo, à ingestão excessiva de álcool ou de nicotina;

  • farmacológico, quando o intuito é eliminar ou atenuar sintomas como náuseas ou vômitos, provenientes de episódios de vertigem aguda, ou prolongar o conforto do paciente por tempo indeterminado, no caso da vertigem crônica.

Os medicamentos de escolha para o tratamento das vertigens têm papel fundamental na melhora do paciente e no retorno da qualidade de vida e devem ser indicados por clínico geral ou especialistas como otorrinolaringologista ou neurologista.
As medicações e suas dosagens, assim como as vias pelas quais devem ser administradas, deverão ser indicadas pelo médico de acordo com o quadro e o histórico clínicos do paciente, o diagnóstico, as possíveis reações adversas e as contraindicações referentes à interação com outros medicamentos. Nunca se automedique, nem mesmo com produtos naturais.

O que é Vertigem?

Grande parte das pessoas acredita que tontura e vertigem são sinônimos, mas na verdade a vertigem é um tipo de tontura, caracterizada pela sensação de rotação do espaço. Portanto toda vertigem é uma tontura, mas nem toda tontura é uma vertigem.
A vertigem é o tipo mais comum de tontura (5% a 7%) e o sintoma principal das labirintopatias. Geralmente iniciada de forma súbita, a vertigem pode se manifestar em surtos acompanhados de vômitos, náuseas e dificuldade em manter a fixação da imagem, e pode se tornar um problema crônico que necessita de tratamento contínuo.
A origem mais comum da vertigem ocorre devido a distúrbios do labirinto (orelha interna) ou ao conflito sensorial entre as informações oriundas do aparelho.



Tipos de vertigens
Quando a vertigem se manifesta em episódios de crise, é denominada aguda. Esses surtos geralmente começam de forma súbita e têm duração variável, podendo ser únicos, se repetirem isoladamente ou serem frequentes, com intervalos regulares ou não. As vertigens agudas geralmente são intensas e acompanhadas de manifestações neurovegetativas (mal-estar, náusea, vômito, palidez, taquicardia, sudorese), além de alteração do equilíbrio corporal.
As vertigens que se manifestam lentamente e duram longos períodos – cerca de 6 meses – e apresentam efeitos em longo prazo são chamadas de crônicas. Assim como o diabetes, a asma, o Alzheimer e a hipertensão, elas não têm cura, mas os sintomas podem – e devem – ser tratados, beneficiando assim a qualidade de vida do paciente. Elas também podem ser prevenidas por meio do diagnóstico precoce e da mudança de hábitos de vida, além de acesso ao tratamento adequado recomendado por profissional especializado, como um otorrinolaringologista.
As vertigens crônicas também costumam ocorrer subitamente e serem mais intensas durante alguns segundos, minutos, horas ou vários dias. Também podem ser acompanhadas de náuseas e vômitos, além de suor, palidez, mãos frias, palpitações, sensação de desmaio ou perda da consciência. Crises muito severas podem provocar diarréia ou vontade de urinar espontânea e ser impossível ficar de pé ou andar. As modificações da posição da cabeça ou do corpo agravam os sintomas. 
Algumas das vertigens mais comuns são: 

  • Doença de Ménière
Causada por uma dilatação generalizada de uma parte do labirinto (orelha interna), essa vertigem caracteriza-se por crises recorrentes, com duração de minutos a horas, acompanhadas de zumbido, sensação de ouvido congestionado e diminuição da audição. O problema acarreta desequilíbrio corporal, náuseas, vômitos e movimentos oscilatórios e/ou rotatórios do olho (chamados de nistagmo). Os sintomas auditivos sinalizam o início da crise e é aconselhável que o paciente procure um médico quando houver esses sinais.

  • Cinetose
A cinetose se manifesta durante viagens de navio, carro e avião e é provocada pela locomoção passiva do corpo em objetos móveis ou pelo movimento do ambiente visual enquanto o corpo está parado. Esse movimento pode ocasionar náuseas, vômitos, sudorese, palidez e desconforto físico, entre outros sintomas.
A cinetose se manifesta em todas as idades, com maior predominância na infância, devido à imaturidade do sistema vestibular dos bebês e das crianças que, ao serem expostas a movimentações não usuais, podem passar mal.

  • Labirintite
Cientificamente, o termo labirintite é usado apenas para descrever a doença causada pela inflamação do labirinto (orelha interna).  Porém, o termo tem sido erroneamente utilizado para descrever diferentes tipos de doenças que também causam tonturas, vertigens e desequilíbrio corporal. Apesar de também afetar a orelha interna, nem todas as labirintopatias são labirintites. Entende-se por labirintopatias todos os distúrbios do labirinto (orelha interna), inclusive a labirintite.
O sintoma mais comum do problema é a vertigem, que costuma ser acompanhada por náuseas, vômitos, zumbidos, perda auditiva total ou parcial e sensação eminente de desmaio.

  • Vertigem posicional paroxística benígna
A vertigem posicional paroxística benigna (VPPB), também conhecida por vertigem posicional ou postural, é uma vertigem intensa que dura menos de 30 segundos e geralmente regride em semanas ou meses, podem ter recorrência em meses ou anos.
Desencadeada pelo movimento da cabeça, a VPPB é mais frequente em adultos e idosos, raramente afetando crianças, e pode se manifestar acompanhada de náuseas, vômitos, zumbidos, movimentos involuntários dos olhos (nistagmo), palidez e sudorese. Alguns antecedentes que podem desencadear o problema são repouso prolongado, trauma crânio-encefálico e infecção do labirinto (orelha interna).

  • Neurite vestibular
A neurite vestibular ocorre pela inflamação do nervo que conecta o labirinto (orelha interna) ao cérebro e geralmente manifesta-se associada aos movimentos involuntários dos olhos (nistagmo), falta de equilíbrio, vertigem, náuseas e vômitos – mas sem sintomas auditivos e problemas neurológicos. Os sintomas são intensos nos primeiros dias da crise e forçam o paciente a permanecer acamado. Normalmente afeta pessoas entre 30 e 60 anos.

  • Fístula perilinfática
A pessoa pode nascer com essa labirontopatia ou adquiri-la após uma cirurgia, um processo inflamatório do labirinto (orelha interna) ou um barotrauma – traumatismo causado pela pressão, como acontece em mergulhos mais profundos.
Ela provoca vertigem aguda, perda auditiva, zumbido, plenitude aural (sensação de ouvido cheio), dificuldade para andar em linha reta e perda de equilíbrio.

  • Vertigem relacionada à esclerose múltipla
A esclerose múltipla é a doença degenerativa que mais afeta o Sistema Nervoso Central. A vertigem, a falta de coordenação dos movimentos e a dificuldade em articular palavras podem ser os primeiros sintomas da doença. Em alguns casos, a vertigem pode ser aguda, intensa e acompanhada de movimentos involuntários dos olhos (nistagmo).

  • Vertigem de origem metabólica
Existem algumas alterações metabólicas que podem causar vertigem. As mais comuns são as disglicemias (hipoglicemia e hiperglicemia) e o diabetes sem controle, além de alterações de insulina, de hormônios femininos e da tireóide, e  de efeitos colaterais provenientes de reposição hormonal.

  • Quadro clínico vestibular associado à migrânea
Bastante comum entre adultos e crianças, pode ocorrer antes ou após episódios de dor de cabeça. Seus sintomas são dor de cabeça, sonolência, fadiga, dificuldades de concentração, bocejos, náuseas, visão borrada, palidez, rigidez de pescoço e intolerância à luz e ao som.

  • Barotrauma
O barotrauma é causado por alterações bruscas de pressão barométrica, como ocorre em mergulhos e voos. Normalmente, provoca dor intensa e sangramento do ouvido, perda de audição súbita e vertigem.

  • Vertigem de origem vascular
Ocorre em função de uma lesão em vasos sanguíneos ou áreas importantes relacionadas à audição e ao equilíbrio. A vertigem vem geralmente acompanhada de náusea, vômitos e desequilíbrio.

  • Vertigem relacionada ao traumatismo crânio-encefálico
Pode ser provocado por acidentes automobilísticos, prática de esportes, agressões, quedas e acidentes de trabalho. Seus sintomas são vertigem, dor de cabeça e desequilíbrio corporal.

  • Ototoxicidade
As drogas ototóxicas (medicações que produzem efeito tóxico sobre o sistema auditivo) alteram o funcionamento da audição (às vezes, com perdas auditivas), do sistema vestibular (responsável pelo controle do equilíbrio corporal) ou de ambos. Antibióticos, antiinflamatórios e uso excessivo de álcool podem provocar dificuldade de coordenação dos movimentos, desequilíbrio e vertigem.

Vertigem tem tratamento?
O tratamento da vertigem pode ser feito de diversas maneiras:
  • controle da causa do problema: se a vertigem estiver relacionada a problemas neurológicos ou a doenças, como o diabetes, é preciso tratar essas patologias para assim evitar a manifestação da vertigem. O tratamento sintomático produz alívio dos sintomas, mas eles podem voltar, se a causa não for tratada;

  • exercícios de reabilitação do equilíbrio, compensando o problema fisiológico que causou a vertigem, associado ou não a medicamentos específicos;

  • cirúrgico, quando há, por exemplo, dano profundo e irreversível do labirinto (orelha interna) que não pode ser amenizado com medicamentos; 

  • modificações no estilo de vida, caso a vertigem esteja associada, por exemplo, à ingestão excessiva de álcool ou de nicotina;

  • farmacológico, quando o intuito é eliminar ou atenuar sintomas como náuseas ou vômitos, provenientes de episódios de vertigem aguda, ou prolongar o conforto do paciente por tempo indeterminado, no caso da vertigem crônica.

Os medicamentos de escolha para o tratamento das vertigens têm papel fundamental na melhora do paciente e no retorno da qualidade de vida e devem ser indicados por clínico geral ou especialistas como otorrinolaringologista ou neurologista.
As medicações e suas dosagens, assim como as vias pelas quais devem ser administradas, deverão ser indicadas pelo médico de acordo com o quadro e o histórico clínicos do paciente, o diagnóstico, as possíveis reações adversas e as contraindicações referentes à interação com outros medicamentos. Nunca se automedique, nem mesmo com produtos naturais.
Fontes:
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?454http://www.einstein.br/einstein-saude/pagina-einstein/Paginas/vertigem-e-tontura-nao-sao-sinonimos.aspx
http://www.sentirtontura.com.br/o-que-e-vertigem
http://hmsportugal.wordpress.com/2011/05/30/o-que-e-a-vertigem-quais-as-suas-manifestacoes-clinicas/

domingo, 22 de dezembro de 2013

Como salvar o Brasil?





Professor José Cícero Gomes


A situação que estamos vivendo em nosso país, fomos nós que criamos, e só nós povo podemos livrar o nosso país do caos, do desgoverno, da corrupção, dos corruptores, e acima de tudo da prostituição política e do corporativismo político que impera entre os prostituídos no senado, congresso, e nas assembleias estaduais e câmaras municipais do oiapoque ao chui e do Mucuripe ao Guaporé. Para mudar a situação no nosso país , deve-se mudar a nós mesmos em primeiro lugar. Políticos bons ou maus chegam ao poder através de nossos votos, se nós fechamos nossas mentes para a racionalidade, e nossos corações para não vermos as dores dos despossuídos, descamisados das periférias urbanas e da zonas rurais, se nos concentrarmos apenas em servir o ego, então continuaremos a ter problemas sociais. Líderes e representantes eleitos devem ser constantemente lembrados por seu eleitores que foram colocados no poder para servir e não para serem servidos, e que um gestor público é uma espécie de funcionário público por tempo determinado e legitimado pelo povo, logo eles precissam olhar primeiro para os interesses de toda a sociedade e só depois deve olhar para os seus próprios interesses, e devem viver suas vidas com base em virtudes e valores éticos. Mas se nós não temos nomes de representantes para elegermos em 2014 com esses valores devemos buscar os menos ruins, por que não deveriamos eleger líderes como nós mesmos, com  os nossos ideais e objetivos coletivos, no momento do voto não devemos está apenas visando os interesses de um único grupo ou classe social. A maioria olha para o seu próprio umbigo quando fica diante da urna e votam em um indivíduo pensando em seus próprios interesses e não pensando no coletivo. No máximo pensam na sua classe social e nos amigos do trabalho. Votam almejando algumas benéfices para sua categória profissional. Alguns eleitores brasileiros são tão egoistas, ao ponto de pessar apenas em se mesmo, e em sua família. Para estes, se seu candidato vinher  a ser eleito, e eles e os seus estiverem bem, tudo bem, os demais que se dane, ignorando assim o interesse da coletividade e o bem estar de todos. Precisamos de mais união e consciência política para salvarmos a saúde pública, a educação pública, a segurança pública, os serviços público como um todo, nossos empregos e salários no setores públicos e privados... Nosso povo esta ficando cada vez mais desumano e egoista, e a desonestidade está ficando banalizanda e muitos poucos brasileiros sentem vergonha e repulsa pelo que ver na política nacional, outra coisa são pouquíssimos que se impactam com o status quo, muitos não querem ver, ouvir, falar e nem tão pouco sentir a dor do outro. Emtão eu acredito que só atravé do amor ao próximo poderemos salvar a nossa pátria, devemos votar em indivíduos que valorizam as virtudes. Parece que não existe mais tais indivíduos na política brasileira, posso parecer ingênuo, mas eu acredito que ainda existe alguns indivíduos de valor. Não esqueçam, até que não aprendamos a sermos mais seletivos, humanos e patriotas na hora de votarmos, vamos continuar sofrendo com o ato de nosso voto. Está na hora de salvamos nossos municípios, Estados e o nosso país do câncer da corrupção na vida pública que produz sofrimento, dores e morte principalmente entre os nossos irmão mais pobres. Devemos acordar e em vez de ficarmos chorando o nosso destino, é mais racional e aconselhável se nós concentrássemos nossas forças na luta pela construção de uma nova nação brasileira mais consciente e humanitária. para mudarmos nosso país para melhor, devemos melhorar a nós mesmos, Deixando de lado nosso egoismo no ato de votar porque se assim não o fizermos seremos tão corrupto quanto a maioria dos políticos que nós condenamos. Venda de voto é corrupção. É bom lembramos que não é apenas pobres do campo e das favelas urbanas que se deixam corromper, mas indivíduos bem-nascidos e educados também se vende, não por telhas, tijolos, protes dentárias ou um emprego de salário minimo, mas por uma vitória em uma licitação, mas por um cargo comicionado no governo ou um emprego numa  grande estatal como a Petrobras e etc. É certo que não adianta continuarmos chamando o nosso prefeito, o nosso governador e a nossa presidente da república de corruptos quando nós mesmo continuamos a legitimar a corrupção em nosso amado país. Tudo irá mudar quando nós mudarmos a nós mesmo, precisamos ser otimistas, e nos unirmos. Eu os pergunto: onde focar sua consciência sobre as questões cruciais que afringem o povo brasileiro? Se é que se preocupar com o coletivo. Poderemos fugir do caos e da babária e do atraso socio-econômico, cultural e cientíco, se nos unirmos num só objetivo, poderemos tornar o nosso país, num país melhor para se viver, um país de todos e para todos de verdade. Não apenas na propaganda televisiva do governo federal, mas numa contextualização real. se mudarmos a nós mesmos, saberemos votar na próxima eleição de 2014 e na que vinherem depois. Vamos mudar a nós mesmos a partir de agora e experimentarmos uma vida com princípios éticos, morais e humanos, na hora de votar se nos concentrarmos no que não queremos para nós, se tivermos valores moras e ética, não daremos nosso voto para aquele candidato que não é ético e compromissado com o social. Só assim nós salvaremos o nosso povo e o nosso amado Brasil do eterno subdesenvolvimento.