segunda-feira, 19 de abril de 2010

Baião de Dois



Comida típica do sertão do nordeste. Originalmente, o feijão é cozido em uma panela de ferro, e só depois, acrescente o arroz e deixa cozinhar. O processo todo demora muito tempo. Para facilitar, pode cozinhar o feijão à parte, na panela de pressão.
Baião de Dois / Baião
Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
Capitão que moda é essa Deixe a tripa e a cuié Homem não vai na cozinhaQue é lugar só de mulhéVô juntá feijão de corda Numa panela de arrozCapitão vai já pra salaQue hoje tem baião de dois Ai, ai, aiAi baião que bom tu soisÓ baião é bom sozinhoQue dirá baião de dois
Sucesso antigo da dupla Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, honra e glória da música popular brasileira, a letra de Baião-de-dois, escrita em meados do século passado, mostra que o prato nasceu humildemente, como aconteceu com o próprio o rei do baião — Gonzagão era filho de família pobre de Exu, Pernambuco. No Ceará, terra do parceiro Humberto Teixeira e berço provável da receita, compunha-se da mistura simples de feijão-com-arroz, toucinho, algum tempero, um pouco de farinha e nada mais.
Variações:Hoje, abriga ingredientes diferentes, dependendo da região, da oferta de alimentos, das preferências do cozinheiro e do gosto do freguês. Na Paraíba, chama-se rubacão. Em Alagoas, arrumadinho. Há quem use queijo de Minas ao invés do de coalho, adote temperos diferentes, troque a cebola por pimentão, sirva a carne-de-sol como acompanhamento, junto com paçoca e pirão. Apesar da variabilidade, tudo é baião-de-dois. É um prato comum em São Paulo. Afinal, a capital paulista abriga um contingente de mais de quatro milhões de nordestinos ou descendentes. Centenas de restaurantes, bares ou barracas de feiras oferecem versões diversas cotidianamente, entre outras receitas típicas. Alguns são sofisticados, do ponto de vista formal, embora a qualidade da comida nem sempre acompanhe o capricho visual. Outros se destacam pelo sabor de seus pratos, atraindo gente de tudo quanto é canto, credo, cor, poder aquisitivo e profissão.
Baião de Dois / Receita
Ingredientes:1/2 kg de feijão verde, ou feijão de corda, que é feijão verde já seco200 g de toucinho defumado1 paio (cortado em rodelas) 2 tabletes de caldo de bacon 1 cebola grande picada ou ralada 1 dente de alho amassado 1 pimenta de cheiro amarela 4 colheres (sopa) de óleo Salsinha ou coentro picado, de 1 colher (sopa) à 1 xícara2 e 1/2 xícaras (chá) de arroz 150g de queijo de coalho (cortado em fatias finas)
Preparo:
Lave o feijão e deixe o feijão de molho de véspera.
No dia seguinte, cozinhe-o juntamente com o paio e o caldo de bacon dissolvido em dois e meio litros de água fria.
Se usar o feijão mulatinho opte pela panela de pressão.
Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 1 hora.
Em outra panela, doure a cebola e o alho, no óleo.
Junte o coentro e o arroz e refogue bem até ficar brilhante e um pouco transparente.
Acrescente o feijão e o paio já cozidos, juntamente com o caldo.
Misture bem, tampe a panela e deixe cozinhar até que o arroz fique cozido, úmido e com consistência cremosa.
Durante o cozimento do arroz, se necessário adicione água, tomando o cuidado para não deixar a mistura ficar seca.
Junte a salsinha e mexa com cuidado.
Então, cubra o arroz com as fatias de queijo.
Tampe a panela novamente e deixe que o vapor derreta o queijo. Sirva em uma travessa de barro acompanhado de um ou mais acompanhamentos abaixo:
Costelas de porco
Mandioca frita
Ovo frito
Carne de sol frita ou assada
Banana-da-terra cozida e picada ou com farinha de mandioca
Dicas e Opções:
Acrescente 1 pimentão vermelho grande picado ou verde.
O toucinho é usado para dar gosto ao feijão. Se preferir, cozinhe o feijão com carne seca dessalgada e picada em pedaços pequenos.
Use queijo mussarela ou queijo de minas no lugar de queijo de coalho, mas isso só se não achar, o que é uma peninha.
Use manteiga de garrafa ao invés de óleo.
O feijão pode ser substituído por mulatinho ou carioquinha, claro que não dá o mesmo resultado.

Rapadura uma fonte de enregia para o homem nordestino



A rapadura é a forma cristalizada do melado de cana. É reconhecida pelo seu alto valor nutricional: rica em ferro, cálcio, fósforo, sódio e potássio, atua na prevenção de anemias, na reposição das necessidades de sais minerais e de glicose. Possui também vitaminas que atuam na defesa do sistema nervoso. Como fonte de energia natural, é um importante alimento na merenda escolar, quando a criança se encontra em desenvolvimento. Com todas essas qualidades nutricionais a rapadura deveria aparecer com maior freqüência à nossa mesa, para benefício de todos. Não deve ser consumida por diabéticos.
Tabela Nutricional
Rapadura
Porção de 20g (2 colheres de sopa)

Quantidade por porção %VD (*)
Valor energético
74Kcal = 310,8KJ 2
Carboidratos
18 g 6
Proteínas
0 g 0
Gorduras Totais
0 g 0
Gorduras Saturadas
0 g 0
Gorduras Trans
0 g 0
Fibra Alimentar
0 g 0
Sódio
25 mg 1

*Valores Diários de Referência com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kj. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades.


Paçoca um prato típico do Nordeste



Ingredientes

1 Kg de carne de sol magra
1 cebola roxa / branca picada
1 xícara de farinha de mandioca
1/2 xícara de manteiga (de preferência, manteiga da terra)
Óleo para fritar a carne
Coentro e cebolinha para servir
Modo de preparo
Colocar a carne de molho em água, trocando-a de vez em quando para tirar o sal.

Assar na brasa ou então fritar no óleo. Deixar esfriar a carne.

Colocar a carne, em pequenas porções, no processador com a farinha. Após processar toda a carne, levar ao fogo novamente com cebola e manteiga.

Na hora de servir, colocar em uma travessa grande e decorar com coentro e cebolinha a gosto.

Gastronomie


O que será um professor ?




O material escolar mais barato que existe na praça é o professor !

É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.

Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".

Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta ao colégio, é um "Adesivo".
Precisa faltar, é um "turista".

Conversa com os outros professores, está "malhando" nos alunos.
Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não se sabe impor.

A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as hipóteses do aluno.

Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala correctamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.

Exige, é rude.
Elogia, é debochado.

O aluno é retido, é perseguição.
O aluno é aprovado, deitou "água-benta".

É! O professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça a ele.
Jô Soares
Fonte: http://etablissements.ac-amiens.fr/0601178e/quadriphonie/spip.php?article2971

domingo, 18 de abril de 2010

O Glorioso alvinegro

O Glorioso Botafogo de Futebol e Regatas é campeão estadual de 2010




O Botafogo venceu o Flamengo com muita garra e determinismo na tarde deste domingo, no Maracanã, por 2 a 1, e levou a Taça Rio e conquistou, por consequência, o título de campeão estadual do Rio de Janeiro de 2010.

O clássico foi muito bem disputado, com uma carga forte de dramaticidade, três pênaltis bem marcados, duas expulsões (Maldonado e Herrera) e um final justo pela regularidade do glorioso Botafogo time comandado pelo talentoso Joel Santana.

Os gols foram marcados pelos portenhos Herrera e Loco Abreu, ambos de pênalti (um em cada tempo), e Vagner Love, nos últimos momentos do primeiro tempo.

O Flamengo teve a chance de empatar o jogo também numa cobrança de pênalti a poucos minutos do final da partida, mas Adriano bateu mal e o goleiro Jeferson espalmou.

Este, aliás, foi o grande herói do jogo, fazendo a diferença do time alvinegro da estrela solitária que hoje quebrou a invencibilidade do flamengo em finais estaduais, revanche é fogo.

Segundo os místicos esta é uma coincidência cabalística: o título do alvinegro carioca vem vinte e um anos após a última vitória do Botafogo sobre o Flamengo numa final de Estadual _ em 1989, o 1 a 0 com gol de Maurício encerrou jejum de vinte e um anos sem título. Mas o que importa realmente para a nação alvinegra é que saio a espinha que estava presa na garganta.

O árbitro de futebol Guttemberg de Paula teve ótima atuação e a torcida do fogão fez uma bela festa no Maracanã mostrando que ali é o templo da bola, lugar de alegria para uns e tristeza para outros, hoje quis os deuses do futebol que fosse um lugar de alegria alvinegra.

Nós botafoguenses estamos de Parabéns, nossa estrela solitária iluminou mais uma vez cobrindo de beleza o futebol carioca!

Cícero

sexta-feira, 16 de abril de 2010

LOCO ABREU PEDE QUE O BOTAFOGO NÃO MUDE SUA FORMA DE JOGAR NA FINAL DO ESTADUAL CONTRA O FLAMENGO



Atacante Uruguaio do fogão acredita que a equipe não tem motivos para não explorar bastante as jogadas aéreas


No treino do Botafogo nesta quinta-feira, o técnico Joel Santana não cansou de pedir que os jogadores cruzassem bolas aéreas na área adversária em busca dos atacantes Loco Abreu e Herrera. Após a atividade, o jogador uruguaio apoiou o comandante e disse que esta realmente deve ser a estratégia alvinegra na final da Taça Rio, domingo, às 16h (de Brasília), contra o Flamengo, no Maracanã.

- Nosso time já tem uma forma de jogar. Acreditamos no nosso trabalho e não vamos mudar agora na final. O treinador precisa ter a inteligência de saber aproveitar as virtudes de cada jogador. Tem atletas que são bons no jogo aéreo, outros são mais habilidosos - afirmou o atacante.

Referência no ataque do Botafogo, El Loco Abreu, que tem 1,93m, sabe que do outro lado também deverá ter um homem de frente forte no jogo aéreo: Adriano. O uruguaio pediu atenção com o Imperador.

- Adriano é um craque e sempre representa perigo.

Coincidência ou não, El Loco acabou desencantando logo na estréia de Joel Natalino Santana e desde então marcou dez vezes na competição. Resta saber quem irá sorrir na decisão do Estadual neste domingo “si nuestro loco Abreu o Adriano”.

Cícero