quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Minha fruta preferida

Minha amada
Quando a vi pela primeira vez
Era tão apetitosa quanto
 um caqui maduro suculento
Colhido no pé.
Mas tinha o sabor de manga rosa madura
Colhida no pé.
Com a simetria de suas curvas
Lembrando-me uma bela pera.
Tive naquele momento
um certo calor e um rubor
em meu corpo e um desejo
voluptuosos de colher e me labuzar
ao comer  tal bela e doce fruta dos trópicos.
Este apetite voraz já não sei se ainda tenho
Na pele quando toco  sua pele.
Mas de uma coisa eu tenho certeza
O calor na pele e o rubor no rosto
eu ainda sinto e tenho
E ela ainda tem o mesmo gosto de manga rosa
Colhida no pé e o doce de cana caiana no brejo
e ela está pra lá de madura mas ainda me sacia
e me apetece e me completa ainda
cada vez que meu olhos te vê desnuda
me dar um desejo de cravar os meus dentes
em sua poupa doce e macia.                                                                                                                                                                                                



                             de J. Cícero Gomes

sábado, 15 de novembro de 2014

Louco eu sou, pois acredito que sou um viajante de passagem neste louco mundo




viajante cósmico


Sou um louco viajante
E estou neste louco mundo
Mudo e louco
Porque tudo aqui é passageiro
e eu um dia terei
que deixa tudo que tenho e amo
neste mundo louco.
É louco viver construindo e conquistando coisas
para deixar para trás
Porque do outro lado,
não chegamos com nada
que fizemos, construímos ou conquistamos
do louco lado de cá...
Será louco se não houver outro lado
se tudo se reduzir a está porá louca
que é este louco mundo.
Fodeu tudo,
não terá valido apenas esta louca aventura
que chamamos de vida,
Mas ainda quero continuar acreditando
que toda esta loucura não é tudo
é a morte não é o fim.

                                                                                José Cícero Gomes
                                                                                             15/11/14

domingo, 31 de agosto de 2014

Intolerância e fanatismo religiosa gospel no interior de Minas Gerais

Acorda Povo Brasileiro abaixo a intolerância religiosa no Brasil, o que vem ocorrendo na cidade mineira de Senador Firmino é a prova da intolerância religiosa, do fanatismo e da loucura gospel, capelas na zona rural vem sendo queimadas e salgadas com sal grosso em um ritual de purificação. Estes loucos não são muito diferentes dos fanáticos intolerantes muçulmanos da Ásia e da África. Estes loucos não podem esquecer que este é um país que ainda tem uma população de maioria Católica. Onde estão as autoridades deste país que não estão vendo o que as falsas igrejas cristãs de doutrina neopentecostal estão produzindo? Os líderes neopentecostais estão fabricando no Brasil indivíduos intolerantes, fanáticos, ignorantes, sectários e preconceituosos.

 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Sanctus Ioannes Bosco, magnus gigans caritatis

                                        
         


  Sanctus Ioannes Bosco


Saeculo undevicesimo , magnus gigans caritatis surrexist in quodam Italiae pago.Pauper et sine adiutorio hominum, a Deo tantum virtutem et gratiam suscipĭens, opĕri magnamimo educationis inopum puerorum se dedit. Horum magnum numerum servavit a pravis moribus; multos, qui plane rudes erant, ad artes liberales duxit; ad alios fere innumerabiles.

pracepta legis divinae et civilis societatis portavit; paucos, vero, et electos ad Christi sanctuarium duxit, ut ei vel episcopis essent ediutores. Omnes amabat sed pauperes e derelictos praeferebat. Ideo eius familia, quae est Societas Salesiana, quam omnes sive inopes sive divites laudant, mire crevit. Eius filii spirituales in nostra quoque patria sunt fortiterque adlabōrant ut omnes sint fideles Christi et Brasiliae subditi.                 

domingo, 1 de junho de 2014

Futebol, populismo e enganação: a história de 1950 se repete em 2014.


Mais uma vez estamos em uma Copa do Mundo de Futebol desta vez numa contextualização nunca vivida antes, alguém pode dizer que já sediamos uma copa antes em 1950. Mas é bom lembrarmos que hoje a conjuntura sócio-política do povo brasileiro é outra. Porém, há uma guerra política que lembra um pouco aqueles dias e houve atraso nas obras como em 50. A construção de um grande estádio no Rio de Janeiro, então capital da República, foi idealizada em abril de 1941, deu-se no governo Getúlio Vargas. Após um concurso organizado pelos federais do CND, com o objetivo de escolher o projeto, a prefeitura entrou na jogada. Começava, então, a guerra política pela paternidade da obra. Depois de seis anos, quando o Brasil já se encontrava na posição de sede da Copa do mundo de futebol, o assunto voltou à pauta. Getúlio Vargas já havia terminado e saído da presidência da república e o prefeito do Rio, Sr. Hildebrando Goes, instalou uma comissão de estudos para a construção do estádio. O Sr. Mendes de Moraes, que depois daria nome ao Maracanã, foi eleito prefeito do Rio de Janeiro em junho de 1946. Começara, dessa forma, mais uma briga política, agora pela localização da arena esportiva. Moraes defendia a construção no terreno do antigo Derby Club, próximo à linha ferroviária, no bairro da Tijuca. Carlos Lacerda, líder da União Democrática Nacional (UDN), queria o estádio em Jacarepaguá. O prefeito Mendes de Moraes , porém, contou com o providencial apoio do músico e radialista Ary Barroso e do jornalista Mário Filho. Com isso, ele ganhou a queda de braço. O estádio foi erguido mesmo no Derby Club, às margens do Rio Maracanã. É bom lembramos que a copa do mundo de futebol FIFA no Brasil se dar num contexto de crise econômica como naqueles anos de 1941 a 1950, podemos afirmar que a história se repete com roupagem  diferente, a primeira vez como resultado da tragédia da 2º guerra e agora nesta segunda copa como farsa de um governo que faz uso da veteres politicus ad  panem et circenses, assim como Vargas que usou o megaevento para reeleger-se a presidente da República no dia 3 de outubro de 1950. Os cidadãos brasileiros foram às urnas e confirmaram a vitória de Getúlio Vargas com 48% dos votos válidos. Hoje a Excelentíssima Presidente da República Dilma Vana Rousseff faz uso de uma estratégica e de um marketing político forte e uma propaganda agressiva que procura mostra uma realidade inexistente e assim com Vargas em 50, Dilma Rousseff faz uso de uma propaganda demagógica e populista que persiste em dizer que tudo anda bem com a economia do Brasil, com a Petrobás e com povo brasileiro no que tangem as suas necessidades de moradia, trabalho, saúde, segurança pública e educação. Ela continua insistindo em apregoar que os brasileiros irão sair ganhando com o evento futebolístico mundial em solo brasileiro. Mas ela esqueceu uma coisa há uma parcela da população brasileira questionadora e apartidária coisa que não existia na copa de 50, apesar de muitos dos brasileiros serem analfabetos políticos e despolitizados e gratos pelas migalhas concedidas pelos projetos sociais, projetos estes que não foram criados por ela, e nem pelo Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, ambos apenas melhoram tais projetos e os transformou em instrumentos que os ptistas julgam capazes de lhes garantirem a permanência no poder. Será que os ptistas não percebem que existem muitos brasileiros insatisfeitos e inquietos, que foram e são excluídos em seus direitos e que estão conscientes sobre o verdadeiro legado que a Copa do Mundo FIFA irá deixar. Daqui a pouco se inicia a Copa do Mundo, faltam 13 dias. Se de um lado, a FIFA, os políticos pouco confiáveis ptistas e os aliados, os empresários, os banqueiros e os patrocinadores em geral já comemoram a vitória econômica; por outro lado há uma considerável parcela da população brasileira questionadora e indignada com tudo, não só com as obras superfaturadas. Mais de 60 anos depois, em 2014, o cenário nacional e internacional vê dois tempos distintos, mas semelhantes quanto aos impactos sociais provocados por acontecimentos traumáticos na economia global. Em 50 do século passado, o mundo a pouco, saíra de um conflito mundial, e a economia de muitas nações européias estavam se recompondo. Hoje como ontem, o mundo, está se recompondo de uma grande crise do capitalismo mundial, e como no passado o escolhido para realizar esse evento futebolístico o Brasil, digamos de passagem que uma nação rica do primeiro mundo se recusou realizar-la por ter outras prioridades como trabalho, educação, moradia, saúde, segurança pública e transporte urbano... Mas mesmo com todo isso a copa mundo de futebol FIFA não é algo bom nem mau, certo ou errado. O mal está no uso que o estado brasileiro fez do mesmo em 1950 na era vagas e está fazendo agora na era Lula no governo da Dilma Rousseff pupila do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O uso do futebol como instrumento de alienação e semelhante ao uso da religião quando se tem o mesmo proposto, ambos tornam-se o ópio que faz povo esquecer a verdadeira realidade em que está inserida. Baixo a velha política do pão e circo que faz o povo pensar que é feliz mesmo mergulhado, em um mundo de caos, corrupção e desgoverno.

sábado, 15 de março de 2014

GOVERNO FEDERAL CONCORDA COM CALAMIDADE PÚBLICA EM PORTO VELHO; MAS NEGA CULPA DAS HIDRELÉTRICAS DO RIO MADEIRA NO AUMENTO DA GRAVIDADE DA ENCHENTE. E TAMBÉM SE NEGA FALAR DA TRANSPOSIÇÃO.




Sábado, 15 de março de 2014

* J. Cícero Gomes


A Cheia do Rio Madeira não é fruto das hidrelétricas senhora presidente Dilma, mas a gravidade devido às proporções da cheia deste ano é devida terem armazenado água em suas represas antes do tempo, e ao soltá-las aumentam o volume e a velocidade das águas do rio Madeira que desse inundando as margens e destruindo tudo que encontra pela frente, e a Excelentíssima Senhora Presidente Dilma Vana Rousseff ainda tem a coragem de sair de Brasília para vim até aqui falar grosso diante de nosso prefeito imperfeito e do nosso governo confuso, além de tentar eximir a culpa do seu governo e dos consórcios responsáveis pela construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau na tragédia  e nada irão fazer pelos ribeirinhos rondonienses de concreto. A Sra. Presidente veio ao nosso estado fazer politicagem e enganar achando que aqui só tem otários, já que ela deu um golpe nos servidos do estado de Rondônia quando aqui esteve em sua primeira visita para assinar a tal transposição dos servidores do estado para união em julho de 2011. Ela prometeu resolver rapidamente a transferência dos servidores do Estado para a União. Se irá cumprir não está demonstrando. Ao não querer falar no assunto demonstra um golpe. Espero está errado. E quanto a pauta de sua visita ao estado de Rondônia, ela não demonstrou a devida preocupação com o povo atingido pela enchente. Os ribeirinhos de Guajará-mirim ao Distrito de Calama no baixo madeira na extrema com o Estado do Amazonas não precisam de medidas paliativas, de demagogia ou de esmolas... Eles precisão de justiça social. Os ribeirinhos não precisam dos pseudos sentimentos presidenciais e nem de uma visita para dar satisfação social. Eles precisão de ajuda, de socorro, de inclusão social. Ela não falou em indenização, mas em esmolas ao anunciar uma série de medidas que são paliativas e que não cobrirão as percas dos ribeirinhos que foram atingidos pela cheia do Madeira. Os pescadores terão o pagamento do seguro defeso ampliado. Para os ribeirinhos, serão definidas linhas especiais de crédito, linha de crédito nos lembra de dívidas, como alguém que perdeu a casa, o roçado (plantações), o barco, a canoa, os moveis, roupas restando apenas a vida poderão contrair dívidas bancarias, e para as famílias que perderam bens e sofreram perdas em suas residências, a presidente garantiu a liberação do FGTS, é bom lembramos que nem todos tem direito ao fundo de garantia por tempo de serviço por serem autônomos (agricultores e pequenos comerciantes) ou servidores públicos. E quanto ao FGTS é obrigação do governo federal libera-lo, pois é direito do trabalhador formal sobre o regime jurídico CLT antecipar o saque em caso de morte, doença grave e sinistro.
Ela não fez nem um favor, apena uma obrigação do estado brasileiro com seus filhos rondonienses.