terça-feira, 23 de março de 2010

História regional



‘A nossa história’ é a primeira publicação desse talentoso historiador e professor Walfedro Tadeu. E é o primeiro livro de caráter essencialmente didático já publicado de história de Rondônia, que foi escrito para suprir a carência de uma obra voltada para o ensino médio, é um trabalho que nasceu da práxis docente do autor no projeto terceirão da Escola Estadual de Ensino Médio Professor João Bento da Costa. Num esforço de síntese, numa linguagem bastante acessível ao aluno do ensino médio, esta obra contribui na construção do entendimento básico dos dicentes acerca da história do nosso Estado de Rondônia.

Comentário do Prof. Cícero

segunda-feira, 22 de março de 2010

Camĭnis


Uma ponte
sobre um rio
um bote
sob a ponte
que liga
o meu nada
à lugar nenhum.


Cícero

Camĭnis

Convicción

Presente tu estuviste
en mi vida desde
el dia que conoci usted.

Pero tu no estás mas
presente en mi coración
hoy tuve la pruela.

Oigo la nuestra canción
y no sinto nada
en mi corazón.

Eso es muy bueno
porque ahora yo sé
que tu no estás en me.

Presente tu estás ahora
em mías recordaciones
como una buena brisa
que pasara en mi vida.

de Cícero/95

Atenção eleitor neste 3 de outubro próximo

Caro amigo eleitor
Eu sinto ser necessário
pedir a sua atenção
Ao escolher seus candidatos
na próxima eleição
Não se deixe enganar
por discursos dissimulados.

Estou ciente que você
Está cansado de ver
O nosso grande Estado
Sempre ser dilapidado
Entra governo e sai governo
E temos o mesmo resultado
De atraso e desgoverno.

Não sei se o eleitor amigo concorda
Com a minha opinião que termos que estar atentos
Para não repetirmos os erros
De outras eleições
Quando elegemos indivíduos
descompromissado com o povo.

Vamos ter muito cuidado
Ao votar nesta eleição que os rádios e os jornais
com sua desinformação
Procuraram nos levar
a elegermos de novo
Um inimigo do povo.

Até quando Rondônia
Será terra dos desmandos, da mentira e da corrupção.
Para não repetirmos os erros
De outras eleições
Devemos lembrar do passado
Dos que se propõe nos governar.


Até quando Rondônia

Será terra dos desmandos de forasteiros,

Vindos de outros Estados

Para esta terra explorar

E pela força e astúcia

Ao nosso povo dominar.

Neste 3 de outubro

Aos tais forasteiros,

Vamos dizer nas urnas

Que Rondônia não é terra de ninguém

Pois ela tem dono

O povo rondoniense cansado

De ser feito de otário.

sábado, 20 de março de 2010

Professores seguirão na miséria

Uma das constatações mais tristes que faço na vida é que as minhas professoras e meus professores passaram à vida inteira com um salário que não justificavam a rica contribuição que deram ao meu currículo(todos eles da rede pública Estadual), e hoje aposentados continuam num estado de penúria. Mesmo diante desta conjuntura nefasta, me apaixonei pela educação e procurei seguir os passos destes abnegados sofredores. Porém, nunca defendi que ser professor fosse um sacerdócio, um apostolado porque sempre tive a convicção que ser um professor é ser um profissional que deve ser respeitado e valorizando e acima de tudo bem remunerado. Diante de tal constatação eu deveria ter procurado seguir outra profissão, talvez quem ler este desabafo pense que é irracional seguirmos num caminho mesmo sabendo que iremos sofre e tendo outras opções a serem seguidas. Tudo bem, se fosse hoje. Teríamos outras opções. Mas nos idos anos oitenta não havia muitas opções para um jovem pobre filho de camponeses refugiados na cidade grande, a não ser, ser professor. Além do quê éramos uma geração utópica filha de uma geração revolucionaria, acreditávamos em mudanças conjunturais e estruturais capazes de produzires um país melhor não só para os educadores mas para todos os trabalhadores brasileiros. É muito triste! Constata que como os nossos pais continuaremos nos cortando em nossos cacos de sonhos, como nos lembrou sabiamente Alfredo Sirkis em seu livro os carbonários. Quarta-feira, 17 deste mês o meu Caríssimo amigo Professor Nazareno postou em seu blog Prof. Nazareno (Redação e Gramática) um artigo com o seguinte título “A corda sempre arrebenta do lado mais fraco!”, gostaria de falar que ele escreveu inverdades. Mas não posso, há verdade em suas palavras. E por isso, o endosso quando diz neste artigo que a culpa do estado de penúria dos professores não é apenas do nosso atual algoz, existiram outros antes deste e virão outros por aí. A culpa está em nossa falta de articulação, união, no nosso baixo grau de politização, falta de consciência de classe, em nossos comodismo, medos e covardia... Que já é algo notório, histórico e cultural. É em hora como esta que lembro o grande poeta português Fernando Pessoa: "Viver não é preciso, navegar é preciso", é preciso navegar nos mares da história, mas para isso se faz necessário se arriscar, está vivo sobre a carapaça da covardia não é tudo. Nós professores nos tornamos profissionais confusos em relação aquilo que realmente devemos objetivar em quanto profissionais e membro de uma classe social, somos massa de manobra nas mãos de governos, sindicatos e partidos. E o Governo do Estado Rondônia sabe disso. E este consciente que estamos em suas mãos como uma noz presa em um alicate de pressão, ele vem nos aperdando ao longo destes quase oito anos, e mesmo assim muitos se mantém resignados, por vários motivos superiores a nossa vontade que não convém comentar-los agora. Porém o nosso sindicato SINTERO sabedor disto, continua insistindo em ações não planejadas e pouco inteligentes. Diante do estado de penúria que se encontra os profissionais de educação do Estado de Rondônia, e o SINTERO já deveria ter criando um fundo de greve para dar suporte ao movimento grevista. Já mais direi que o meu sinticato está sem credibilidade porque é isso que o Sr. Ivo Cassol quer, mas a muito tempo que as direções executivas do nosso sindicato vem dando motivo para pensamos que somos massa de manobra e só prestamos para elegermos pseudo-companheiros. Mas até mesmos o nosso sindicato só chegou a esta realidade devido o nosso comodismo e a nossa covardia. Por isso, acredito que não podemos criticar-lo. Se não participamos, e se não fazemos nada para mudar-lo. Se continuarmos assim seguiremos até o fim de nossos dias na miséria.

Camĭnis: Le cas

Le cas

Aléatoire
sa négligence
Dans notre scénario de
accident
m'a fait tomber en amour
Lorsque vous faites
peu d'attention de notre cas
cherché à oublier
mais par hasard
tu m'attire vers sa toile
et me tenir à nouveau
et par hasard
face à tant de négligence
Je t'ai épousé
le cas ...

Auteur José Cícero

quarta-feira, 17 de março de 2010

Profissão e vocação





Há frequentemente hostilidade a quem classifica esta profissão de uma vocação, mas é realmente difícil aceitarmos que exista um bom profissional que não seja vocacionado, porém apenas vocação não é suficiente para formar um bom profissional, sem uma boa formação profissional não se chega a ser um bom enfermeiro ou uma boa enfermeira. São antagônicos, o que chamamos de espírito de profissionalismo e o que chamamos de vocação, mas ambos estão interligados. Se não este trabalhador será um mero tarefero metódico de suporte ao médico ou supervisor(a) e orietador(a) de serviços técnicos hospitalares frios e insensíveis sem o espírito de Florence Nightingale. Até o presente a cruz vermelha representa este espírito que é o prerequesito de todos que desejam ser este(a) profissional da saúde que chamamos de enfermeiro(a) sejam técnicos ou graduados (classe A), todos tem como pressuposto para serem bons profissionais a vocação. Várias conceitos da enfermagem surgiram apoiados no postulado de Florence Nightingale. A principio parece piegas ou meros gliches tais conceitos que classifica a enfermagem como um apostolado. Já que o(a) enfermeiro(a) não é um sacerdote ou uma freira, mas sem soma de dúvida esta profissão não depende apenas de profissionalismo, depende de vocação, de um chamado interior. Enfermagem é uma ciência reconhecida desde meados do século XX e tem um corpo teórico conceitual em si, que apoia os seus princípios e objectivos, e que é constantemente renovado através da investigação científica, também tem um método científico próprio para a prática da enfermagem.
Cícero