quinta-feira, 11 de março de 2010

Realitate: RONDÔNIA: Arrecadação cresce 250% enquanto servidores acumulam perda salarial em 25%, diz CUT



A Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulga dados comprovando que em sete anos de mandato do governador Ivo Cassol, de janeiro de 2003 a dezembro de 2009, a arrecadação teve um aumento extraordinário de 250,33%, saindo de R$ 662.379,783 no ano de 2002 para R$ 2.320.541.766 em 2009. É importante ressaltar que no mesmo período a inflação medida pelo INPC do IBGE foi de apenas 47,50%, representando um enorme aumento real nas receitas do Estado. Veja a arrecadação anual, além do percentual de aumento a cada ano e o crescimento acumulado na tabela abaixo:
ANO - ARRECADAÇÃO - % ANUAL - % ACUMULADO
2002- 662.379.783 -
2003- 944.169.917 - 42,54% - 42,54%
2004-1.174.699.567 - 24,42% - 77,35%
2005-1.411.262.494 - 20,14% - 113,06%
2006-1.519.639.609 - 7,68% - 129,42%
2007-1.704.535.778 - 12,17% - 157,34%
2008-2.143.634.298 - 25,76% - 223,63%
2009-2.320.541.766 - 8,25% - 250,33%

Cassol é responsável por perdas de 25% dos servidores Desde o início do primeiro mandato de Ivo Cassol, em janeiro de 2003, até fevereiro de 2010, a inflação medida pelo INPC do IBGE foi de 49,84%; sendo que neste mesmo período houve apenas três reajustes: de 10% em abril de 2004, 5% em abril de 2006 e 4% em duas parcelas em fevereiro e maio de 2008. Com isso, os servidores acumulam uma perda inflacionária de 24,74%, apenas no mandato de Cassol.
Arrecadação cresce mais 8% em janeiro e fevereiro 2010 A arrecadação continua crescendo este ano, pois o valor arrecadado em janeiro e fevereiro de 2009 foi de 345.828.335, enquanto que nos dois primeiros meses de 2010 a arrecadação totalizou 370.734.281; ou seja, um aumento de 8% sobre o mesmo período do ano anterior.
A não reposição de perdas e implantação de PCCs é má vontade de Cassol Para o presidente da CUT, Itamar Ferreira, o governador Ivo Cassol só não repõe todas as perdas acumuladas, durante o mandato dele, que são de aproximadamente 25% e não implanta os Planos de Carreiras Cargos e Salários da saúde, DETRAN e outros devido a uma crônica má-vontade para com os servidores públicos de Rondônia.
O sindicalista ressalta que o enorme crescimento da arrecadação, de mais de 250% em sete anos, possibilitou um equilíbrio fiscal invejável para qualquer outra unidade da Federação; onde o comprometimento da folha de pagamento em relação à arrecadação é de pouco mais de 30%; enquanto a Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece um limite máximo de 49% ou um limite de 46%, chamado de prudencial. Se Cassol concedesse a reposição das perdas do governo dele e implantasse todos os PCCs, mesmo assim, a folha de pagamento não chegaria nem em 40% da arrecadação.
Itamar chama a atenção para o impacto extremamente positivo que a transposição de servidores para os quadros da União terá sobre o equilíbrio econômico-financeiro das contas do Estado. “Não há qualquer justificativa para o tratamento implacável dispensado pelo governador e a resposta dos servidores deverá ser uma grande mobilização neste início de ano”, conclama o presidente da Central Sindical.


Realitate: "Direitos Humanos"



João Barbosa, advogado e memoralista escreve"Direitos Humanos"
Extraído de: Direito Ceará - 06 de Março de 2010
Direitos Humanos é o título do artigo que o advogado e memorialista João Barbosa escreveu (06/03/10) para a página de Opinião do O Povo e este portal de notícias jurídicas. Leia:
Direitos humanosJoão Barbosa
Não raro, assisto pela televisão e leio em jornais o empenho de alguns órgãos, chancelados por certos políticos, em defesa de assassinos, marginalizando as famílias indefesas das vítimas, isto é, quando são pobres.
Ora!, embora no fundo tenham boa intenção, demonstram que os delinquentes não merecem sofrer constrangimentos. Pelo que se raciocina, o constrangimento físico, material e psicológico pode assolar somente as vítimas e suas famílias, quando não perdem a vida no ato da violência.
Os bandidos, às vezes, tratados nas delegacias como cidadãos, são uns 'anjos`, intocáveis, uns 'santos` uns 'pobrezinhos` que, para trucidarem um bem intencionado e trabalhador pai-de-família, não pensam duas vezes. Que contradição e pobreza dos órgãos responsáveis. Ultimamente, até que a situação vem mudando um pouco. Os assaltantes são quem nos consideram 'vagabundos`, embora comprovados por câmeras e testemunhas, são, por enquanto, acusados ou suspeitos. Certo que, até então, mesmo com o flagrante, a lei não os tacha de culpados. Meu Deus! Até quando perdura este questionamento dos que nos deveriam proteger. As famílias das vítimas, carentes, continuam sufocadas, atemorizadas, à deriva pela falta de seu timoneiro; as crianças desorientadas, ao deus dará, e, quase sempre, esquecidas pelos órgãos por quem de direito. Nestas circunstâncias, que não seja pela televisão, por onde andam os Direitos Humanos? Será que as famílias das vítimas não são humanas? Os Direitos Humanos, na prática, demonstram ser sensíveis aos bandidos. Dá-nos a impressão de que não há refúgio mais aprazível do que o xilindró. Os marginais, ao ganharem, imerecidamente, a liberdade, logo motivam seu retorno. Aos contumazes delinquentes (homicidas, assaltantes, latrocidas ou apenas ladrão), a polícia faz o seu papel: prende-os. A justiça também tenta cumprir a sua parte, porém, acionada, devolve-lhes a liberdade. Voltam, portanto, os meliantes à sua periculosidade, por tais malfeitores não poderem sofrer constrangimentos. Aí continuam sorrindo de nós todos, confiantes na impunidade e morosidade da justiça pela burocracia interna. Não são desconhecidos o desprendimento e a exposição física ao combate aos fora-da-lei pelos policiais, mesmo mal remunerados, tanto quanto são também os professores: duas classes sociais das quais dependemos e mereciam ser mais bem valorizadas. Ambas convivem conosco e interferem na educação dos nossos descendentes, além da responsabilidade direta com seus filhos. Os professores são também as bases da formação da juventude contra os vícios e a criminalidade, principalmente àqueles desprovidos da orientação dos pais que já vivem à margem da sociedade organizada. http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2107460/joao-barbosa-advogado-e-memoralista-escreve-direitos-humanos

sábado, 6 de março de 2010

Camĭnis

Mulher da vida, minha irmã

Cora Coralina

Mulher da Vida, minha Irmã.
De todos os tempos. De todos os povos.
De todas as latitudes.
Ela vem do fundo imemorial das idades e
carrega a carga pesada dos mais torpes sinônimos,
apelidos e apodos: Mulher da zona,
Mulher da rua,
Mulher perdida,
Mulher à-toa.
Mulher da Vida,
minha irmã.
Pisadas,
espezinhadas,
ameaçadas.
Desprotegidas e exploradas.
Ignoradas da Lei,
da Justiça e do Direito.
Necessárias fisiologicamente.
Indestrutíveis.
Sobreviventes.
Possuídas e infamadas sempre por
aqueles que um dia as lançaram na vida.
Marcadas.
Contaminadas,
Escorchadas. Discriminadas.
Nenhum direito lhes assiste.
Nenhum estatuto ou norma as protege.
Sobrevivem como erva cativa dos caminhos,
pisadas, maltratadas e renascidas.
Flor sombria, sementeira espinhal
gerada nos viveiros da miséria,
da pobreza e do abandono,
enraizada em todos os quadrantes da Terra.
Um dia, numa cidade longínqua, essa
mulher corria perseguida pelos homens que
a tinham maculado. Aflita, ouvindo o
tropel dos perseguidores e o sibilo das pedras,
ela encontrou-se com a Justiça.
A Justiça estendeu sua destra poderosa e
lançou o repto milenar:
“Aquele que estiver sem pecado
atire a primeira pedra”.
As pedras caíram
e os cobradores deram s costas.
O Justo falou então a palavra de eqüidade:
“Ninguém te condenou, mulher...
nem eu te condeno”.
A Justiça pesou a falta pelo peso
do sacrifício e este excedeu àquela.
Vilipendiada, esmagada.
Possuída e enxovalhada,
ela é a muralha que há milênios detém
as urgências brutais do homem para que
na sociedade possam coexistir a inocência,
a castidade e a virtude.
Na fragilidade de sua carne maculada
esbarra a exigência impiedosa do macho.
Sem cobertura de leis e sem proteção legal,
ela atravessa a vida ultrajada
e imprescindível, pisoteada, explorada,
nem a sociedade a dispensa
nem lhe reconhece direitos
nem lhe dá proteção.
E quem já alcançou o ideal dessa mulher,
que um homem a tome pela mão,
a levante, e diga: minha companheira.
Mulher da Vida, minha irmã.
No fim dos tempos.
No dia da Grande Justiça do Grande Juiz.
Serás remida e lavada de toda condenação.
E o juiz da Grande Justiça a vestirá de branco
em novo batismo de purificação.
Limpará as máculas de sua vida
humilhada e sacrificada
para que a Família Humana
possa subsistir sempre,
estrutura sólida e indestrurível
da sociedade,
de todos os povos,
de todos os tempos.
Mulher da Vida, minha irmã.
Declarou-lhe Jesus:
“Em verdade vos digo
que publicanos e meretrizes
vos precedem no Reino de Deus”.
Evangelho de São Mateus 21, ver.31.

Mulheres trabalham cinco horas semanais a mais que os homens







Mulheres trabalham cinco horas semanais a mais do que os homens, de acordo com estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado ontem. As mulheres têm uma jornada total semanal de 57,1 horas, contando com 34,8 horas semanais de trabalho e mais 20,9 horas de atividades domésticos. Já os homens têm uma jornada total de 52,3 horas semanais, sendo 42,7 horas de jornada de trabalho e 9,2 horas semanais de atividades domésticos.




Postado por Edmilson Alves às em sexta-feira, 5 de março de 2010. Em http://edmilsonacre.blogspot.com/

O dia internacional da mulher


Por José Cícero Gomes*


O Latuscultus abraça e homenageia nesta segunda-feira dia 8 de março de 2010, todas as mulheres. Sem dúvidas esta é uma data especial que, neste ano, se reveste de um simbolismo maior pelo seu centenário. Além de parabenizar, também, o latuscultus vem dizer que reconhece as lutas de todas as mulheres do mundo, na medida em que sua linha editorial defende uma sociedade livre de preconceitos e com direitos igualitários.
A macha feminina nas lutas libertadoras e reivindicatórias por amplos direitos, é uma caminhada vitoriosa, mérito que pertencer à todas as mulheres que sempre estiveram na fronte da luta, às que ficara nos anais da história como Clara Zetkin, Olympe de Gouges, Barbara Leigh Smith, Simone de Beauvoir, a bióloga e zoóloga brasileira Berta Lutz enfim e as anônimas do campo e da cidade em todo o mundo. Foi assim, com árduas batalhas no enfrentamento a um mundo machista, que avançaram firmemente na conquista de direitos, indo da conquista do voto em 1934, a alcançar índices maiores de escolaridade e uma crescente presença no mundo do trabalho a partir da segunda guerra mundial.
Parabéns por todas as lutas vitoriosas ou não, ao longo destes 100 anos. O latuscultus deseja um feliz dia internacional da mulher a todas as mulheres, de todas as raças, nações e credos.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Pseudo jornalismo

As notícias no rádio, internet ou tv
se quiser dê uma olhada
mas cuidado com os ingordos
porque elas podem ser inventadas
e os jornalistas comprados.

Cadê? Meu povo cadê?
a verdade jornalística,
a arma do povo tão sonhada
por Hipólito da Costa.
Cadê? O instrumento da defezar
da liberdade e da justiça.

Vamos ter muito cuidado
com o que iremos ler, ouvir ou ver
na chamada multimídia
porque podem ser artimanhas
dos donos do capital
neste mundo neo-liberal.

Eu sou a afavor
do jornalismo verdade
que coloca os interesses da coletividade
acima do individual ou de grupos
donos do capital,
não do jeito que está.

A impressa nacional
produz um pseudo jornalismo,
todo americanizado e anti-nacionalista
asserviço do lucro
e não da verdadeira notícia.


Certa vez Raú Seixas
Disse: “mentir sozinho eu sou capaz...”
Realmente se é para viver mentiras
Não precisamos da globo, record,sbt, veja,...
Isto é! Não preciso que alguém me ensine,
Ou me induzar a mentir.

Cícero

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Realitate: Pseudo cristianismo produz intolerância

A idéia de uma religião pura não seria arrogante e preconceituosa,já que vivemos em uma sociedade democraticamente religiosa,nós católicos não os toleramos,os aceitamos...Não aceito o termo tolerância religiosa.Assim, como não aceito alguns grupos cristãos se achar superior,mais puros ou mais santos...Nós todos somos filhos do mesmo Pai(אב).Todos somos evangelicos desde que tenhamos o ensinamento de Jesus Cristo como regra de fé e prática.A religião pura é um mito, e todo mito é perigoso, e abre precedente para o preconceito,o fanatismo, o autoritarismos, sectarismo, a intolerância...E isto não pode fazer parte do povo brasileiro porque não somos judeus e nem tão poco saxãos. Somos latinos, um povo de alma leve...Nem melhor, nem pior do que judeu, inglês ou estadunidenses...Somos apena humanos.Não somos um povo de tolerarmos, somos um povo de convivermos harmonicamente com as diferenças.Não podemos transformar nossa pátria em uma cópia mal feita dos E.U.A. Abaixo a aculturação!Sejamos mais verde amarelo, o Brasil é um país de homens e mulheres de muitos credos e daqueles que não tem nenhum. Não temos a idéia de religião pura ou impura, as religiões são instrumentos de acesso a Deus cada uma ao seu modo. Não existe a melhor, existe a que você se sente melhor e se encontrar com o seu criador.